Alguns dias atrás fomos pegos de surpresa com a saída de Tiago Nunes ,sabíamos que um dia isso iria acontecer porém não dá maneira como foi. Muitos apoiaram nosso ex técnico campeão que nos proporcionou tantas alegrias ,outros se sentiram traídos pelas “mentiras ” faladas pelo próprio nas coletivas mas  nem valem a pena a serem repetidas.  Como diria nosso saudoso Cazuza ” Tempo não para ” é fato ,não podemos ser “viúvas de Tiago Nunes ” passar dias se lamentando o  que passou passou seremos gratos ao espetacular trabalho feito por esse profissional, mas temos que  continuar e seguir com o projeto grandioso que furacão possui . Já estamos garantidos na Libertadores de 2020 e esse é nosso objetivo conquista lá. Precisamos de um técnico que mantenha o mesmo ritmo de jogo do qual nos habituamos ,sermos ofensivos e trocando passes exitosos . Seria a hora de buscar um tecnico estrangeiro ou de darmos a chance ao que temos de melhor por aqui ? Nao sabemos o que a diretoria irá preferir mas caro torcedor podemos ter certeza que fará o certo.

Eu particularmente em dois jogos no comando do jovem Eduardo Barros gostei da proposta e da continuidade dada por ele ,tivemos aí grandes desfalques contra o São Paulo mas saímos vitoriosos. Dois jogos são poucos mas até o fim do brasileirão poderemos ver mais o trabalho dele pelo que vi já está agradando a maioria tirando a famosa “turma do amendoim ” afinal até Tiago era criticado por eles, mas graças a deus são minoria.

Eduardo Barros 34 anos jovem como o Tiago Nunes saberia levar o Furacão ao seu primeiro título da Libertadores ? Fica aí minha pergunta a ser respondida por quem quiser

Seguimos firmes e fortes ,obrigada Tiago Nunes, Boa sorte ao seu sucessor seja ele quem for

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Com um gol de Marcelo Cirino, aos 45 minutos do segundo tempo, após falha de Tiago Volpi, o Athletico venceu o São Paulo por 1 a 0 na tarde deste domingo, no Morumbi, pela 32ª rodada do Campeonato Brasileiro. Durante a maior parte do jogo, o goleiro Santos, do Furacão, foi o destaque com grandes defesas. Mas o Tricolor, de modo geral, mais uma vez fez uma partida sem muita objetividade.

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O Athletico Paranaense visitou na noite de ontem, quinta-feira (10), o Corinthians em partida válida pela 24ª rodada do Campeonato Brasileiro de 2019. O empate pelo placar de 2×2, gols de Léo Cittadini e Erick pelo Furacão e de Gil e Mauro Boselli pelo time paulista, rendeu ao rubro-negro paranaense um ponto em um estádio que costuma receber de forma hostil as equipes visitantes.

Independentemente dos erros cometidos nas jogadas de bola parada que renderam os 2 gols do Corinthians, há algo de positivo a se destacar sobre o Furacão no confronto de ontem: a equipe continua competindo e em altíssimo nível.

Muito foi dito e escrito na mídia especializada sobre este final de 2019 do Athletico, que bastaria ao clube garantir os 45 pontos que teoricamente eliminariam o risco de rebaixamento e a partir daí o clube estaria virtualmente de férias até a próxima temporada.

Entretanto, muito se enganam aqueles que pensam dessa forma. O sucesso de 2020 em muitos aspectos depende e muito daquilo que se fará até o final de 2019. Para esclarecer essa afirmação, é importante destacar pelo menos 3 pontos fundamentais.

Primeiramente, o aspecto financeiro. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) paga uma premiação em dinheiro aos clubes pelo seu desempenho no campeonato nacional. Quanto mais alta a posição alcançada pelo clube na tabela de classificação, maior será o valor que chegará aos cofres do Furacão ao final do temporada a título de bonificação por desempenho.

Da mesma forma, uma parcela dos valores referentes aos direitos de transmissão também é dividida de maneira e premiar a performance nos clubes no torneio.

Logo, melhores resultados significarão mais dinheiro em caixa para o clube no próximo mercado de transferências. Consequentemente, mais dinheiro em caixa pode significar melhores jogadores chegando para somar qualidades ao já bastante qualificado elenco rubro-negro. E melhores jogadores aumentam também as chances do clube de conquistar novos títulos em 2020.

Um segundo aspecto é ser considerado é o técnico. Somente enfrentando com seriedade todos os adversários até o fim da temporada é que será possível avaliar com precisão e decidir com uma maior possibilidade de acerto as questões relativas à formação do elenco para 2020.

É preciso decidir quais jogadores pertencentes ao clube ficam para 2020, quais podem ser emprestados para que possam desenvolver seu potencial em outras equipes e quais devem ser dispensados. Será importante também avaliar quais dos jogadores emprestados por outros clubes merecem ter o empréstimo prorrogado ou serem adquiridos em definitivo pelo Athletico.

Há também os jovens jogadores do elenco do Furacão. Nomes como Khellven, Lucas Halter, Abner Vinícius, Erick e Vitinho, por exemplo. A reta final da temporada 2019 é o momento ideal para dar minutos e permitir que os jovens talentos rubro-negros adquiram experiência entre os profissionais em jogos competitivos.

Naturalmente, isso não poderia acontecer ao custo da competitividade da equipe. Entretanto, seria perfeitamente possível dar oportunidades em cada partida a um ou mais desses jogadores conforme o nível de exigência dos adversários.

Por fim, um último aspecto fundamental a ser destacado e que tem sido muito pouco lembrado é o da manutenção da competitividade. Competir no mais alto nível exige tenacidade, concentração e desempenho contínuos. Esse nível de competitividade não pode simplesmente ser desligado e religado a qualquer momento.

Não faltam no futebol nacional exemplos de fracassos e vexames históricos protagonizados por equipes campeãs que relaxaram e deixaram de competir após a conquista de um ou mais títulos.

Basta relembrar as vexatórias eliminações sofridas por Internacional e Atlético Mineiro para Mazembe e para Raja Casablanca, respectivamente, nas edições de 2010 e 2013 do Mundial de Clubes da FIFA ou o rebaixamento do Palmeiras em 2012 após a conquista da Copa do Brasil.

Aqueles que querem estar entre os maiores em qualquer esporte deve competir muito e sempre, não há qualquer espaço para o relaxamento quando o objetivo é o atingir o topo. Essa não é a hora de se deitar sobre as glórias alcançadas, é hora de arregaçar as mangas e trabalhar duro como se nada houvesse sido conquistado e não houvesse nada garantido para 2020.

A torcida ainda espera muito do Athletico, e em 2019. Sabe-se que o título brasileiro é impossível na atual situação, mas a fanática torcida rubro-negra quer o Furacão na posição mais alta possível ao término do competição.

 

 

Em clima de ressaca após a inédita conquista da Copa do Brasil na última quarta-feira (18), o Athletico Paranaense foi até o Rio de Janeiro enfrentar o Vasco da Gama no Estádio de São Januário em jogo válido pela 20ª rodada do Campeonato Brasileiro de 2019. O empate pelo placar de 1×1, gols de Madson e Danilo Barcelos, deixou o Furacão na 9ª nona posição da tabela de classificação com 27 pontos ganhos.

Verdade seja dita, a partida rendeu muitas possíveis pautas. Seria possível tratar – mais uma vez – da desastrosa arbitragem do gaúcho Anderson Daronco, das declarações absolutamente desconectadas da realidade dadas pelo treinador cruz-maltino na coletiva pós-partida ou até mesmo falar sobre as substituições realizadas pelo técnico  Tiago Nunes que permitiram que a equipe carioca crescesse na etapa complementar a ponto de conquistar o empate, ainda que para isso tenha sido necessária e decisiva a absurda participação da arbitragem.

Entretanto, o que mais chamou a atenção foi a permanência em campo durante todo o tempo do atacante argentino Braian Romero.

Romero, de 28 anos, foi contratado por empréstimo junto ao Independiente pela soma aproximada de 550.000,00 em Fevereiro deste ano e tem contrato com o rubro-negro paranaense até 31 de Dezembro de 2019. Ao final do período, o Athletico poderia comprar os direitos do jogador pela quantia de 2,5 milhões de Dólares.

Desde que chegou ao Furacão, Romero vem se destacando por sua versatilidade – o argentino já foi escalado em ambos os lados do ataque, como segundo atacante e até como centroavante – e por sua regularidade – tem sido absolutamente bisonho em todas essas posições. Entretanto, ontem foi um dos 8 escolhidos por Tiago Nunes para iniciar e terminar em campo o confronto contra o Vasco.

Romero não possui qualquer qualidade que justifique tamanha benevolência por parte da comissão técnica. Ou se as possui, ainda não as demonstrou no campo de jogo. Mostra dificuldades para dominar a bola, erra passes que seriam simples para a maioria de seus companheiros, pouco aparece na área adversária e costuma finalizar mal nessas poucas ocasiões. O pouco que acrescenta se limita à sua correria em campo, o que é muito pouco para quem quer jogar em um clube com um protejo desportivo vencedor. Se sabe apenas correr, talvez o argentino devesse praticar atletismo em vez de jogar futebol.

Aos torcedores rubro-negros resta torcer para que essa seja a última das tantas oportunidades que Braian Romero recebeu sem corresponder. Existem no elenco jovens jogadores que já demonstraram ter qualidades e merecer parte das oportunidades concedidas ao atacante argentino.

Que Dezembro chegue logo trazendo consigo o final do contrato do jogador e que o argentino só volte a pisar no gramado da Arena da Baixada na condição de jogador do time visitante, os zagueiros rubro-negros agradecem.



Em apenas 2 dias o Athletico entrará em campo para mais uma decisão. Estarão em disputa o troféu da Copa do Brasil 2019 e 52 milhões de Reais em mais uma oportunidade desse grupo de jogadores, comissão técnica e diretoria escreverem para sempre seus nomes na história do rubro-negro paranaense.

A vantagem conquistada na Arena da Baixada na última semana é grande o suficiente para permitir que a torcida rubro-negra sonhe com mais esse título, considerando o equilíbrio técnico entre as duas equipes. O Furacão tem ao alcance das mãos mais um título de primeira grandeza, e para conquistá-lo será necessário jogar com inteligência.

O Athletico deve ser o artífice de seu próprio destino, e isso só será possível tomando para si o controle do jogo e desacelerando o ritmo da partida para frear os ânimos da equipe do Internacional e da torcida colorada que certamente lotará o Estádio Beira-Rio.

A equipe rubro-negra não deve cair na armadilha de repetir a postura retraída e as condutas antidesportivas que o Grêmio protagonizou de maneira vergonhosa na Arena da Baixada, dentre outros tantos e recorrentes exemplos oferecidos pelo futebol brasileiro.

Não é necessário recorrer a tais ardis para desacelerar o ritmo do confronto. Retardar as cobranças de tiros de meta, faltas e laterais e ter um jogador que supostamente sentiu uma lesão caído no gramado a cada 5 minutos é uma conduta baixa, covarde e indigna para qualquer clube que queira fazer respeitar a sua grandeza.

A melhor maneira de atingir esse objetivo é valorizar a posse da bola sempre em que ela estiver sob o domínio do Furacão. Passar a bola sempre com precisão e ritmo acelerado, visando não somente impedir que os jogadores colorados a recuperem e gastar o tempo do cronômetro, mas também criar espaços na defesa adversária.

Quando surgirem as oportunidades, atacar. Sim, atacar. A equipe que entra em campo pensando apenas em sua defesa e no passar dos minutos está fadada a ser encurralada. Quando aparecerem os espaços, atacar com verticalidade e de forma agressiva, criando chances e buscando marcar o gol, para garantir que o receio do Internacional de levar o gol que pode selar o destino da decisão seja sempre maior do que a tentação de se lançar agressivamente ao ataque com o apoio de sua torcida.

O assunto já foi objeto de outro texto, mas repetir nunca é demais: ter a iniciativa é absolutamente fundamental para quem quer ver seu nome escrito em destaque na história. O técnico Tiago Nunes declarou recentemente que se o Athletico jogar no Beira-Rio pensando na vantagem construída em casa, perderá o título. O treinador está coberto de razão. Para ser campeão em uma final como a que o clube está vivendo, é necessário merecer a conquista do título em 180 minutos, não em apenas 90.

Por isso, para o Furacão a fórmula para ser campeão é controlar a posse da bola, controlar o ritmo do jogo e, em especial, controlar e vencer a tentação de acreditar que a vantagem conquistada na Arena da Baixa por si só é suficiente e que o caminho para o título passa pela prática de condutas antidesportivas. Controle, controle mais controle.



O Athletico Paranaense recebeu na no noite de ontem, quarta-feira (11), o Internacional em jogo válido pela final da Copa do Brasil 2019. A vitória pelo placar de 1×0, gol de Bruno Guimarães, deixa o rubro-negro em vantagem para o jogo de volta da decisão, que acontece na próxima quarta-feira (18) no Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre.

Conforme as informações adiantadas pela mídia especializada, o técnico Tiago Nunes optou pela manutenção da equipe que conquistou a histórica classificação diante do Grêmio no partida de volta das semifinais, com Nikão atuando aberto pelo lado direito do ataque e Léo Cittadini no meio-de-campo ao lado de Wellington e de Bruno Guimarães. A única novidade foi o retorno de Léo Pereira à defesa, atuando ao lado de Robson Bambu.

O colorado gaúcho veio a Curitiba com a clara intenção de desacelerar o jogo e garantir um empate sem gols para decidir o título em seus domínios na próxima semana. A maior prioridade era não perder. Se fosse possível vencer se aproveitando de um contra-ataque ou de uma jogada de bola parada, melhor, mas se manter vivo na disputa pelo título era claramente o grande objetivo do Internacional na partida.

O Furacão, por sua vez, assumindo o protagonismo que se espera de um mandante em um jogo decisivo, dominou de forma avassaladora a equipe treinada por Odair Hellmann. Em certos momentos da primeira etapa a posse de bola do rubro-negro paranaense beirou impensáveis 80%.

As chances de gol foram raras de ambos os lados no primeiro tempo, algo compreensível quando se enfrenta um adversário preocupado somente com a sua defesa. Entretanto, o domínio do Athletico era absoluto e a tendência era que cedo ou tarde a barreira colorada se rompesse diante das recorrentes investidas rubro-negras.

E foi o que aconteceu. Grande destaque da partida, Bruno Guimarães aproveitou bate-rebate da defesa gaúcha para abrir o marcador em favor do Furacão aos 12 minutos da etapa complementar. A tendência natural àquela altura era que o rubro-negro do Paraná mantivesse o domínio das ações e talvez até ampliasse a vantagem já conquistada.

Entretanto, um movimento que Tiago Nunes realizou instantes antes colocaria em xeque o domínio rubro-negro. A saída de Léo Cittadini para a entrada em campo de Thonny Anderson resultou na perda do meio-de-campo pelo Athletico. O Internacional então cresceu na partida, chegou a criar algumas situações de perigo e poderia ter marcado um gol que colocaria o Furacão em situação delicada na decisão.

O único momento no período em que o Athletico esteve realmente perto de aumentar a sua vantagem no marcador foi quando Rony finalizou cruzado para excelente defesa do goleiro colorado Marcelo Lombo após realizar grande jogada individual.

A entrada de Lucho González no lugar de Rony mais de 23 minutos depois daquela primeira alteração acabou por mitigar as suas consequências, trazendo novo equilíbrio ao confronto. Porém, o rubro-negro jamais recuperou o amplo domínio demonstrado durante os primeiros 60 minutos de jogo, motivo pelo qual a vitória por 1×0 parece refletir o que de fato ocorreu em campo.

Bom resultado para o Furacão. Entretanto, para conquistar o título inédito da Copa do Brasil é indispensável que a valiosa lição tenha sido aprendida. Entregar passivamente o controle do meio-de-campo ao Internacional em uma bandeja de prata pode pode custar caro.



O Furacão conseguiu nesta quarta-feira um feito histórico, uma remontada épica para cima do “imortal” que mais morre nesse Brasil e com isso reacendendo o fogo midiático sobre se está inserido no grupo dos doze times grandes do país.

Mesmo com o crescimento de vários times do Brasil nesta década não há como não admirar o incrível crescimento do furacão que não tem nem de longe o mesmo poder de investimento a exemplo de Flamengo e Palmeiras, mas consegue grandes resultados dentro e fora de campo e pode ser considerado sim um dos grandes que figuram pelo futebol nacional.
Desde o início da era Petraglia em 1995 o furacão teve um salto assustador em termos esportivos e financeiros, que proporciona aos profissionais e atletas uma estrutura de primeiro mundo visando cada vez mais potencializar a qualidade técnica e tática do time e com isso se tornando um clube modelo de gestão dentro e fora de campo, priorizando desde a última década o uso de jovens oriundos das categorias de base em suas campanhas, dando não só retorno técnico mas também econômico para o clube com as vendas dos pratas da casa para os gigantes europeus em sua maioria por valores astronômicos.

Quando o assunto é torcida somos reconhecidos pela nossa paixão e pressão que colocamos nos adversários, se tem torcida que muda resultados essa é a nossa, a diretoria tem como meta chegar a 30 mil sócios no seu quadro até o final do ano, algo que se começarmos a ter sempre grandes times e grandes conquistas será alcançado sem sombra de dúvidas se não agora, com certeza em um futuro bem próximo, haja vista essa nova geração que vem se apaixonando e passando a consumir a marca Athletico paranaense devido aos feitos recentes o que vai puxando essa molecada mais nova a cada vez mais mergulhar nesse oceano rubro negro.

A torcida Athleticana tem motivos de sobra para comemorar e acreditar que estamos no caminho certo para tornar o furacão cada vez mais gigante e quebrar a barreira nacional e brigar de frente com os maiores da América.

Deixo aqui duas perguntas, Na sua opinião analisando os aspectos financeiros, marketing, torcida e resultados o Furacão é o time que tem o maior crescimento no futebol brasileiro? O que falta para que a mídia se renda e enxergue o Furacão como um gigante do certame nacional?



Pergunta que não quer se calar ,o que está havendo com o Furacão? Será tá faltando de raça ao time de guerra ? São milhares de perguntas e dúvidas que veem aparecendo na cabeça do torcedor Athleticano .

Primeiro vamos lembrar do time campeão da Sul Americana de 2018 e de jogadores que foram fundamentais para essa conquista, Pablo e Raphael Veiga. Raphael Veiga era meia de criação uma das principais pontes de ligação ao gol, Pablo o atacante que já jogou de meia e saia para buscar jogo. Estou citando os dois para mostrar que uma das coisas que  está faltando no Athletico é  isso,um meia que ajude construir as jogadas e um atacante  saiba buscar o jogo é principalmente que saiba o que fazer com a bola quando se está na área

Ah mas e o Marco Ruben?  Marco Ruben é o atacante que se a bola não chegar nele não há Cristo que faça ele marcar. E  agora vamos lembrar do menino Lodi, a maioria dos gols do Ruben foram de jogadas ou assistências desse garoto . Mas não podemos passar a vida lamentando a saida dele ,precisamos é de jogadores supram essa necessidade porque é óbvio que  o Márcio Azevedo  não está fazendo isso . Então por que insistir com ele ? Caros torcedores aí já não sei responder, deve ser  teimosia do técnico que insistem em acreditar em certos jogadores , já que temos a disposição Adriano e Abner Vinicius o último sendo a contratação mais cara da história do Furacão pra ser banco ,é  isso mesmo banco ,confesso estou indignada e  tentando entender tal situação.

Por último e não menos esquecidos temos Camacho e o General  puxa que falta estão fazendo.  Camacho que foi criticado pela torcida estava fazendo a tal ponte para o gol ,o nosso General dispensa comentários não deixava passar quase nada ,porque cá entre nós nossa zaga tá uma mãe viu vamos acordar rapaziada.

Tá aí caro torcedor deixo esse texto para reflexão e cada um tirar sua própria conclusão.



O Furacão sofreu na noite de ontem, quarta-feira (14), uma derrota por 2×0 para o Grêmio em jogo válido pela fase semifinal da Copa do Brasil 2019. O placar adverso da partida em Porto Alegre obriga o Athletico a vencer o time gaúcho na Arena da Baixada por não menos do que 2 gols de diferença para ter chances de se manter vivo na competição. A situação é muito preocupante, não há motivos para esconder isso.

Entretanto, mais preocupante do que o placar foi a desastrosa atuação do rubro-negro paranaense na Arena do Grêmio. É preciso encarar a verdade, a derrota por 2×0 foi um prêmio que o Athletico não fez por merecer. Se houvesse espaço no futebol para o merecimento, o tricolor gaúcho não teria saído de campo ontem com uma vantagem de menos de 4 gols.

 

 

OS MÉRITOS DO GRÊMIO

Antes de tratar sobre os problemas do Furacão, é importante destacar os méritos do Grêmio no jogo de ontem. O tricolor gaúcho é um bom time, conta com uma comissão técnica que comanda o clube há vários anos e com um elenco de alto nível para os padrões do futebol brasileiro.

O maior mérito do tricolor gaúcho na partida de ontem, por outro lado, me parece ter sido o simples desejo de jogar futebol, algo de que o Athletico abdicou por completo. Escalado com um meio-de-campo pensado para manter a posse da bola e agredir o rubro-negro paranaense, o Grêmio dominou completamente a partida, criou diversas chances de gol e venceu merecidamente.

 



 

OS MUITOS DEMÉRITOS DO ATHLETICO

Em uma das tantas lendas que circulam na internet, atribui-se ao cientista Albert Einstein, uma das maiores mentes da história da humanidade, a frase “loucura é continuar fazendo a mesma coisa várias e vários vezes esperando resultados diferentes”. Embora a frase não seja de autoria de Einstein, a sabedoria nela contida é inegável e faz parecer que o treinador Tiago Nunes pode estar sofrendo de algum tipo de loucura temporária, considerando que vem insistindo nos mesmos erros irritantes jogo após jogo.

Primeiramente, é a postura do time em campo que mais incomoda a torcida rubro-negra. Sempre que se encontra disputando um jogo decisivo, o Athletico opta por ceder a bola ao adversário, se acovardar em sua própria área e basear todo seu jogo ofensivo em lançamentos direcionados a um Marcelo Cirino que não acerta rigorosamente nada do que tenta e a um Rony que sozinho não será capaz de operar milagres em todas as partidas.

É inadmissível que entre em campo um meio-de-campo formado por um Wellington que se limita a defender e a dar passes simples no campo de defesa, um Lucho González sem ritmo de jogo e incapaz de contribuir com a equipe tanto defensiva quanto ofensivamente e um Bruno Guimarães completamente sobrecarregado e sufocado pelo sistema de jogo da equipe.

O comparativo é inevitável, enquanto o Grêmio teve em seu meio-de-campo na partida de ontem Maicon, Matheus Henrique e Jean Pyerre, três meias, o Furacão preferiu entrar em campo com 3 volantes e sem nenhum jogador capaz de auxiliar na criação das jogadas ofensivas. O tricolor gaúcho esteve no comando as ações do jogo em função desse cenário, o rubro-negro paranaense simples cedeu aos gremistas o controle do meio-de-campo.

Por fim, chegou a hora de falar sobre saída de bola do Furacão, ou sobre a falta dela, para ser mais preciso. Johan Cruyff foi – sem a menor sombra de dúvida – uma das mentes mais privilegiadas da história a pensar sobre futebol. Quando falou sobre esse tema, o gênio holandês disse “Se você sai jogando bem, pode chegar a jogar bem de verdade. Se não o fizer, não tem nenhuma chance”.

O que o time do Athletico tem feito com a sua saída de bola é completa e absolutamente inaceitável. É fundamental aproveitar o gancho para esclarecer algo que assombra o futebol brasileiro há vários e vários anos, o famigerado chutão não é uma forma válida de sair jogando e muito menos é sinônimo de lançamento.

A questão é bastante simples. Se a equipe está recuada em campo, uma bola lançada diretamente para o ataque não permitirá um avanço ordenado do time sobre o gramado e encontrará não mais do que 2 ou 3 jogadores – naturalmente, os mais adiantados – em condições de disputar o domínio da bola e participar da ação ofensiva. Consequentemente, a tendência é que os atacantes estejam quase sempre em inferioridade numérica.

Esse sistema retroalimenta a pressão do adversário. Se a equipe perde a bola poucos segundos depois de tê-la recuperado, a tendência natural é que o adversário continue avançado em campo e mantenha a pressão.

Resumidamente, a derrota de ontem foi um verdadeiro vexame a nível de desempenho.

 

 

CHEGOU A HORA, É NADAR OU MORRER

Como dito no título do texto, não há mais tempo para insistir nos mesmos erros. Se o Athletico Paranaense quiser terminar o ano de 2019 com a conquista de um título de primeira importância, o único caminho disponível é o da Copa do Brasil.

Os treze pontos que separam o Furacão líder do Santos na tabela de classificação não permitem que o clube sonhe com a conquista do título brasileiro, além disso é cedo para tentar competir em um torneio longo com clubes com elencos mais fartos, casos de Palmeiras e Flamengo em especial.

A hora é essa, ou Tiago Nunes muda radicalmente a estratégia e a postura da equipe para tentar buscar uma vaga heróica e improvável na final da Copa do Brasil ou em Dezembro poderá nos restar somente lamentar as chances de títulos desperdiçadas com uma das gerações mais talentosas da história do clube.


Depois de um final de semana frio, cinzento e sem Athletico em campo, uma nova semana começa e aparecem os primeiros sinais de expectativa para o duelo com o Shonan Bellmare valendo o troféu da J.League YBC Levain Cup/Conmebol Sudamericana. O confronto será disputado nessa quarta-feira, dia 7 de Agosto, às 7h00min do horário de Brasília, no Shonan BMW Stadium, na cidade de Hiratsuka, no Japão.

Será a primeira vez que o Furacão entra em campo após a eliminação na Copa Libertadores da América pelo Boca Juniors na última quarta-feira, e também será a primeira oportunidade da equipe de demonstrar se valiosas lições foram ou não aprendidas após a saída do rubro-negro da maior competição da América do Sul.

Primeiramente, uma rápida abordagem sobre o adversário do Athletico. O Shonan Bellmare é um clube com sede na cidade de Hiratsuka e fundado no ano de 1968. Atualmente, ocupa a 11ª posição na tabela de classificação da J.League 2019 após 21 rodadas disputadas e – assim como o Furacão – disputará pela primeira vez a J.League YBC Levain Cup/Conmebol Sudamericana após conquistar a sua primeira Copa da Liga Japonesa em 2018.

Além de contar em seu elenco com o atacante Crislan, velho conhecido da torcida rubro-negra, o Shonan Bellmare tem também em seu elenco o zagueiro brasileiro Leandro Freire, com passagens no futebol brasileiro por Paraná Clube e Vitória, e tem como seu destaque e camisa 10 o meia-atacante Naoki Yamada, com passagem pela seleção japonesa há alguns anos.

O adversário, é preciso reconhecer, é tecnicamente inferior e o Athletico na condição de franco favorito terá toda a obrigação de sair para o jogo e de buscar a vitória desde os primeiros minutos.

Diferentemente do que aconteceu na partida de volta contra o Boca Juniors em La Bombonera pela fase de oitavas-de-final da Libertadores, quando o rubro-negro paranaense foi completamente dominado por um Boca Juniors que esteve longe de ser brilhante, espera-se que a partir do confronto com o Shonan Bellmare o Furacão abandone completa e definitivamente a saída de bola por meio da ligação direta direcionada aos pontas Rony e Marcelo Cirino tão utilizada no duelo com os argentinos e volte a construir as jogadas desde a defesa.

É fundamental que a bola passe muito mais pelo meio-de-campo, especialmente pelos pés de Bruno Guimarães, que o Athletico tenha mais opções no setor e que a equipe se mostre capaz de ditar com convicção o ritmo dos jogos a partir desse momento rumo à reta final e decisiva da temporada.

O rubro-negro paranaense vive um momento especial em sua história e tem diante de si uma grande oportunidade de amadurecimento, competir constantemente no nível mais alto do futebol internacional é o caminho certo para que o clube siga em sua busca pela grandeza que dele se espera.

Atualmente, o mencionado caminho passa invariavelmente pela conquista de mais um troféu internacional contra o Shonan Bellmare, qualquer resultado diferente de uma vitória seria um fracasso, e passa também pelo Furacão fazendo uma boa campanha e sendo protagonista na Copa do Brasil, competição que o clube tem condições inclusive de conquistar pela primeira vez em 2019, e no Brasileirão.