Alex Mineiro o artilheiro dos jogos decisivos!

Atacante um pouco lento, de drible curto, porém preciso. Alex Mineiro despertou a atenção dos apaixonados por futebol no Campeonato Brasileiro de 2001, quando integrou a equipe do Atlético Paranaense, que se sagrou campeã. Alex foi considerado o grande herói da conquista, pois além dos 8 gols marcados na fase final do campeonato também foi o artilheiro da competição ao lado de seu companheiro de ataque Kléber Pereira.

“Sempre trabalhei muito. Mas, realmente, não tem explicação lógica. Foi um desempenho anormal, mesmo para os grandes craques da história do futebol. Como o Geninho sempre diz: ‘Fui iluminado, abençoado por Deus’”, comenta Alex.

Alex Mineiro começou a carreira no América de Minas e alguns anos depois foi jogar no Cruzeiro, porém, começou a se destacar no cenário nacional apenas em 2001, quando atuou no Atlético-PR que foi Campeão Brasileiro e chegou à final da Libertadores da América daquele ano. O ex-camisa 9 era o grande artilheiro do time.

 

Alex Mineiro relembra a conquista de 2001

Depois que deixou o clube paranaense, Alex rodou por algumas equipes até chegar ao Palmeiras em 2008. Sob o comando do técnico Vanderlei Luxemburgo, o jogador era um dos principais atletas na conquista do Campeonato Paulista daquele ano, tirando o alviverde de uma fila de 12 anos sem o título da competição. Foram 37 gols em 63 partidas pelo clube.

Em 2009 jogou pelo Grêmio mas não obteve o mesmo sucesso do ano anterior e deixou o tricolor gaúcho ainda no meio da temporada, negociando seu retorno ao Atlético-PR, onde encerrou a carreira em 2010. Depois ainda voltou a jogar por clubes amadores até 2012.

Alex Mineiro entrou para a história rubro-negra ao balançar a rede oito vezes nos quatro jogos decisivos do Campeonato Brasileiro de 2001, inclusive o do 1 a 0 sobre o São Caetano, no Estádio Anacleto Campanella. Naquele ano, Alex marcou 17 gols – junto com o companheiro Kléber Pereira a atrás de Romário (então no Vasco, com 21 gols) e Washington (ex-Ponte Preta, com 18)

Alex Mineiro o matador! Reveja seus gols pelo Furacão

Alex Mineiro faz parte dos ídolos Inesquecíveis do Clube Athletico dos Paranaenses e por isso ele integra o HALL DA FAMA do site Olho no Furacão!

Obrigado por tudo … verdadeiro Alex!


Filho de José Tomaz do Nascimento, um dos fundadores do C.A. Antoninense, o parnanguara deu seus primeiros chutes no time litorâneo que o seu pai ajudou a fundar em 1927.

Em 1935 passa a morar e estudar em Curitiba, no internato do Liceu Rio Branco e assim entra para as categorias de base do C. Atlético P. Quando já estava cursando engenharia, na capital, contraiu tifo e desta maneira abandona a faculdade e o clube para retornar a cidade litorânea.

No ano de 1942 volta a Curitiba para jogar no juvenil do Atlético e retoma os estudos, agora no curso de Direito, formando-se no ano de 1951.

Em 1944 Jackson profissionaliza-se como “meia” no Atlético, formando com o colega Cireno uma das melhores duplas ofensivas do campeonato parananense. Com uma postura integra e contida, o meia foi um dos ganhadores do Prêmio Belfort Duarte, prêmio este concedido para os jogadores que nunca foram expulsos na carreira.

Jackson jogou no Atlético Paranaense de 1944 a 1949. Logo em seguida foi para a cidade de São Paulo jogar no Corinthians Paulista.

Em 1953 já estava jogando, novamente, pelo Atlético Paranaense e no campeonato estadual deste ano fez 21 gols dos 359 da competição, tornando-se artilheiro.

No Clube Atlético Paranaense chegou a marca de 140 gols marcados, tornando-se um dos maiores goleadores do time rubro-negro. O “meio-esquerdo” também fez parte do ataque do “Furacão”, alcunha do time campeão de 1949 e é deste time que provém o apelido do clube.

Aposentou-se das chuteiras em 1956 mas não da vida esportiva ou do clube que adotou na condição de torcedor.

Em 1958 fez parte da comissão técnica do clube, juntamente com Pedro Sthengel Guimarães e o Caju, tornando-se campeão estadual neste ano.

Entre os anos de 1958 e 1968 foi diretor técnico e administrativo no rubro negro paranaense a após isso tornou-se somente torcedor e ídolo da massa atleticana e é sempre lembrado em todos os eventos, de cunho histórico, que o clube realiza.

Como curiosidade, o ídolo artilheiro do rubro negro paranaense tem a mesma idade do clube, sendo mais novo por apenas cinco meses.

 

Títulos Como Jogador

Clube Atlético Antoninense
Paraná: Bicampeão da Liga do Litoral – 1941 e 1942.

Atlético Paranaense
Paraná: Campeão paranaense de 1945
Paraná: Campeão paranaense de 1949
Paraná: Artilheiro do campeonato paranaense de 1953 – 21 gols marcados

Corinthians Paulista
São Paulo: Bi-campeão paulista – 1951 e 1952.

Como Técnico
Clube Atlético Paranaense
Paraná: Campeão paranaense de 1958

Prêmios / Homenagens
Prêmio Belfort Duarte – concedido pela CBF em 1950 – medalha de prata (para profissionais).
Integrante da seleção dos 80 anos do CAP – concedido pelo Clube Atlético Paranaense em 2004.

Nosso muito obrigado por tudo Jackson!

“Não se pode falar do Atlético sem lembrar de Alfredo Gottardi, o Caju. O goleiro marcou história no Furacão, a ponto de o Centro de Treinamentos rubro-negro levar seu nome.

A paixão pela meta e pelo clube vem de família. Caju assumiu a camisa 1 atleticana em 1933, em substituição ao seu irmão mais velho, Alberto. O jogador só vestiu outra camisa que não a atleticana em 1942, quando foi o goleiro titular da seleção no Sul-Americano – o equivalente atual à Copa América.

O amor ao Atlético se fez demonstrar nas recusas de propostas de Vasco, Botafogo, Flamengo e até mesmo do uruguaio Peñarol. A Majestade do Arco venceu seis estaduais até encerrar sua carreira, em 1950. Foram 18 temporadas no Joaquim Américo como atleta e, até mesmo depois da aposentadoria, Caju se fez presente. Construiu, ao lado do irmão, o alambrado da Baixada, e seus filhos Alfredo e Celso também defenderam o clube.”

Morreu aos 86 anos, em Curitiba, no dia 24 de abril de 2001, e foi enterrado no Cemitério da Água Verde, na capital paranaense.