Em clima de ressaca após a inédita conquista da Copa do Brasil na última quarta-feira (18), o Athletico Paranaense foi até o Rio de Janeiro enfrentar o Vasco da Gama no Estádio de São Januário em jogo válido pela 20ª rodada do Campeonato Brasileiro de 2019. O empate pelo placar de 1×1, gols de Madson e Danilo Barcelos, deixou o Furacão na 9ª nona posição da tabela de classificação com 27 pontos ganhos.

Verdade seja dita, a partida rendeu muitas possíveis pautas. Seria possível tratar – mais uma vez – da desastrosa arbitragem do gaúcho Anderson Daronco, das declarações absolutamente desconectadas da realidade dadas pelo treinador cruz-maltino na coletiva pós-partida ou até mesmo falar sobre as substituições realizadas pelo técnico  Tiago Nunes que permitiram que a equipe carioca crescesse na etapa complementar a ponto de conquistar o empate, ainda que para isso tenha sido necessária e decisiva a absurda participação da arbitragem.

Entretanto, o que mais chamou a atenção foi a permanência em campo durante todo o tempo do atacante argentino Braian Romero.

Romero, de 28 anos, foi contratado por empréstimo junto ao Independiente pela soma aproximada de 550.000,00 em Fevereiro deste ano e tem contrato com o rubro-negro paranaense até 31 de Dezembro de 2019. Ao final do período, o Athletico poderia comprar os direitos do jogador pela quantia de 2,5 milhões de Dólares.

Desde que chegou ao Furacão, Romero vem se destacando por sua versatilidade – o argentino já foi escalado em ambos os lados do ataque, como segundo atacante e até como centroavante – e por sua regularidade – tem sido absolutamente bisonho em todas essas posições. Entretanto, ontem foi um dos 8 escolhidos por Tiago Nunes para iniciar e terminar em campo o confronto contra o Vasco.

Romero não possui qualquer qualidade que justifique tamanha benevolência por parte da comissão técnica. Ou se as possui, ainda não as demonstrou no campo de jogo. Mostra dificuldades para dominar a bola, erra passes que seriam simples para a maioria de seus companheiros, pouco aparece na área adversária e costuma finalizar mal nessas poucas ocasiões. O pouco que acrescenta se limita à sua correria em campo, o que é muito pouco para quem quer jogar em um clube com um protejo desportivo vencedor. Se sabe apenas correr, talvez o argentino devesse praticar atletismo em vez de jogar futebol.

Aos torcedores rubro-negros resta torcer para que essa seja a última das tantas oportunidades que Braian Romero recebeu sem corresponder. Existem no elenco jovens jogadores que já demonstraram ter qualidades e merecer parte das oportunidades concedidas ao atacante argentino.

Que Dezembro chegue logo trazendo consigo o final do contrato do jogador e que o argentino só volte a pisar no gramado da Arena da Baixada na condição de jogador do time visitante, os zagueiros rubro-negros agradecem.



Athletico x Avaí: tudo sobre o jogo da manhã de Domingo

Os reservas do Athletico recebem o lanterna Avaí às 11h deste domingo, na Arena da Baixada, pela 19ª rodada do Campeonato Brasileiro. O Furacão é o nono colocado, com 26 pontos, entretanto tenta seguir perto do G-6; o time catarinense é o 20°, com apenas 10, e vai atrás da segunda vitória certamente.

 

Athletico poupa titulares e terá reservas na partida contra o Avaí, Titulares não treinaram nesta sexta-feira (15) e serão poupados, de olho na decisão da Copa do Brasil.

A expectativa é que o Rubro-Negro tenha praticamente a mesma formação que empatou com o Peixe no último fim de semana. A exceção é o lateral-esquerdo Adriano, que não treinou. O Furacão deve ir a campo com Léo; Madson, Pedro Henrique, Lucas Halter e Abner Vinícius; Matheus Rossetto, Lucho González e Everton Felipe; Braian Romero, Vitinho e Thonny Anderson. Nono colocado, com 26 pontos, o Athletico pode subir apenas uma colocação nesta rodada. Para isso, pode até empatar e torcer por um tropeço do Atlético-MG, que recebe o Internacional, no Independência.

 

COMO VEM O ATHLETICO ?
A equipe terá a formação semelhante ao empate com o Santos na última rodada, com exceção do zagueiro Léo Pereira, que foi utilizado na ocasião para ganhar ritmo. No seu lugar, Lucas Halter ganha a chance para atuar ao lado de Pedro Henrique, que não pode atuar na Copa do Brasil.

Na lateral-esquerda, Adriano não treinou na última sexta-feira (15) com desconforto muscular e fica de fora. Para o seu lugar, surpreendentemente Abner Vinícius será o escolhido. Já a última mudança acontece no ataque, com a entrada de Marcelo Cirino no lugar de Vitinho.

O provável time Athletico vem com: Léo; Madson, Pedro Henrique, Lucas Halter e Abner Vinícius; Matheus Rossetto, Lucho González e Everton Felipe; Braian Romero, Marcelo Cirino e Thonny Anderson.

 

COMO VEM O ENGENHEIROS DO HAVAÍ?
Com apenas uma vitória, contudo o Leão da Ilha espera tirar proveito do rival  com time alternativo, apesar de acima de tudo pregar respeito. enfim sem João Paulo, suspenso, o técnico Alberto Valentim escondeu quem será o substituto. A tendência é que Matheus Barbosa assuma a vaga, com Douglas correndo por fora. Na zaga, Betão volta de lesão e entra no lugar de Marquinhos Silva ou Ricardo. Na lateral-direita, Léo também retoma a vaga no time titular após se recuperar de lesão muscular – ademais Iury retorna ao banco.

 

ONDE ASSISTIR?
O jogo do Athletico terá transmissão do Canal Premiere.

 

ARBITRAGEM
Felipe Fernandes de Lima (MG) apita Athletico x Avaí, com Guilherme Dias Camilo (MG) e Ricardo Junio de Souza (MG) nas bandeiras. Igor Junio Benevenuto (MG) será o responsável pelo VAR, portanto o árbitro de vídeo.



O Furacão conseguiu nesta quarta-feira um feito histórico, uma remontada épica para cima do “imortal” que mais morre nesse Brasil e com isso reacendendo o fogo midiático sobre se está inserido no grupo dos doze times grandes do país.

Mesmo com o crescimento de vários times do Brasil nesta década não há como não admirar o incrível crescimento do furacão que não tem nem de longe o mesmo poder de investimento a exemplo de Flamengo e Palmeiras, mas consegue grandes resultados dentro e fora de campo e pode ser considerado sim um dos grandes que figuram pelo futebol nacional.
Desde o início da era Petraglia em 1995 o furacão teve um salto assustador em termos esportivos e financeiros, que proporciona aos profissionais e atletas uma estrutura de primeiro mundo visando cada vez mais potencializar a qualidade técnica e tática do time e com isso se tornando um clube modelo de gestão dentro e fora de campo, priorizando desde a última década o uso de jovens oriundos das categorias de base em suas campanhas, dando não só retorno técnico mas também econômico para o clube com as vendas dos pratas da casa para os gigantes europeus em sua maioria por valores astronômicos.

Quando o assunto é torcida somos reconhecidos pela nossa paixão e pressão que colocamos nos adversários, se tem torcida que muda resultados essa é a nossa, a diretoria tem como meta chegar a 30 mil sócios no seu quadro até o final do ano, algo que se começarmos a ter sempre grandes times e grandes conquistas será alcançado sem sombra de dúvidas se não agora, com certeza em um futuro bem próximo, haja vista essa nova geração que vem se apaixonando e passando a consumir a marca Athletico paranaense devido aos feitos recentes o que vai puxando essa molecada mais nova a cada vez mais mergulhar nesse oceano rubro negro.

A torcida Athleticana tem motivos de sobra para comemorar e acreditar que estamos no caminho certo para tornar o furacão cada vez mais gigante e quebrar a barreira nacional e brigar de frente com os maiores da América.

Deixo aqui duas perguntas, Na sua opinião analisando os aspectos financeiros, marketing, torcida e resultados o Furacão é o time que tem o maior crescimento no futebol brasileiro? O que falta para que a mídia se renda e enxergue o Furacão como um gigante do certame nacional?



O Athletico não tem muito tempo para lamentar a derrota para o Grêmio por 2 a 0 e já pensa na próxima rodada do Campeonato Brasileiro contra o Atlético-MG

O duelo dos atléticos será neste sábado, pela 15ª rodada do Brasileirão. O time paranaense recebe o mineiro às 19 horas, na Arena da Baixada. O Furacão volta a jogar em casa após cinco partidas longe e quer a vitória pra se recuperar e colar no G6 do Campeonato Brasileiro.

O jogo deve ser duríssimo, uma vez que o adversário vive um bom momento na disputa. Em quarto lugar, com 27 pontos, o Galo está invicto desde a retomada do torneio, após a Copa América, com três vitórias e dois empates. Se vencer, pode chegar à vice-liderança, apenas atrás do Santos.

 

Volta para Casa

O Athletico, enfim, vai voltar à Arena da Baixada. Depois de uma maratona de jogos e viagens, o Furacão volta para casa diante do Atlético-MG, às 19h de sábado, pela 15ª rodada do Brasileirão. Tiago Nunes e seus comandados reencontram o torcedor depois de 24 dias.

 

Adriano faz estreia pelo Athletico contra o Atlético-MG

A partida contra o Atlético-MG, que acontece neste sábado (17), às 19h, na Arena da Baixada, marcará a estreia do lateral-esquerdo Adriano com a camisa do Athletico. Principal reforço do clube na temporada, o jogador, inclusive, será titular do confronto.



 

Mudanças no Time

Tiago Nunes também deve promover outras mudanças apostando em quem está mais ‘descansado’. Após uma maratona de jogos que incluíram combates na Argentina, Japão, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, o comandante vai deixar alguns atletas que sentiram o peso da sequência de fora. O último compromisso do time foi no meio da semana, na Arena do Grêmio, onde o Rubro-Negro saiu do primeiro jogo da semifinal com derrota por 2×0

 

Provável escalação

Com as mudanças, o provável time do Furacão para encarar o Galo tem Santos; Jonathan (Madson), Léo Pereira, Pedro Henrique e Adriano; Wellington, Bruno Guimarães e Nikão (Bruno Nazário ou Vitinho); Rony, Marco Ruben (Thonny Anderson) e Marcelo Cirino.

 

Arbitragem

Dewson Fernando Freitas da Silva apita o jogo com auxílio de Marcelo Carvalho Van Gasse e Helcio Araujo Neves. O VAR é comandado por Pathrice Wallace Corrêa Maia

 

transmissão

O Furacão não se acertou com a Rede Globo para transmissão de jogos por pay-per-view. Sem o acordo, as partidas da equipe só serão transmitidas pelo canal aberto da TV Globo. Como o jogo deste fim semana acontece hoje à noite, não haverá transmissão. Quem não for ao estádio, vai ter que acompanhar pelo bom e velho rádio mesmo.




Não é de hoje que nós torcedores cobramos respeito da mídia brasileira e da CBF, queremos respeito e reconhecimento. O futebol Paranaense nunca foi tido como um dos melhores do Brasil, afinal comparado com o “eixo do mau” não temos muitos títulos   expressivos, sabemos que fora do eixo apenas o Cruzeiro e os dois gaúchos são lembrados mesmo assim não tão falados.

Aqui no Paraná o Clube Athletico Paranaense vem mostrando que é um clube bem estruturado e capaz de bater de frente com qualquer time da América do sul , não é clubismo ou papo de torcedor , desde  a Sul Americana provamos que crescemos e que temos fome de  títulos. Somos um clube organizado e com objetivos traçados e com um “time de guerra”  batalhando por isso.

Na última quarta  feira mostramos ao Brasil do que somos capazes, mesmo muitos não acreditando e torcendo pelo nosso fracasso, fomos ao Rio de Janeiro e eliminamos o tal “José Rico” do futebol brasileiro, um Flamengo com elenco milionário e segundo a mídia favorito ao titulo, calamos a maior torcida do país que nos dias que antecederam o jogo bombardearam nossas redes sociais dizendo que seriamos eliminados , pois é a tal torcida teve que engolir em seco a nossa classificação e viu nossos jogadores zombarem do tal ídolo deles o famoso “falador” , mas fale mais Gabriel é assim que gostamos.

Mas voltando ao assunto , mesmo com a classificação do Furacão a mídia deu mais ênfase a eliminação do Flamengo tentando achar onde erraram e quem foi culpado ao invés de dar méritos ao Furacão, chegamos la porque lutamos ate o final , porque sabemos cobrar pênaltis e porque temos um goleiro iluminado , os deuses do futebol estavam com o Santos e que chegou a ser criticado pelos nossos cornetas, respeitem o cara pôh.

Enfim estamos nas semifinais da Copa do Brasil e dessa vez nosso adversário é o Grêmio e acredite a mídia já ta colocando  eles como favoritos , la vamos nos tentar provar que estão errados,  e do que somos capazes,  o titulo já e realidade , já consigo ver o Furacão se consagrando campeão quem sabe assim passem a respeitar e reconhecer nosso amado Athletico como um dos grandes do futebol brasileiro. Respeite a gente pôh !

Em jogos inesquecíveis de hoje, vamos relembrar a goleada que o Furacão aplicou no time do cheirinho em pleno Maracanã.

Um massacre nos primeiros minutos de um lado, uma reação expressiva de outro e uma vitória histórica para o Atlético-PR. Na noite desta quinta-feira, o Furacão soube sair do sufoco, colocar o Flamengo na roda, virar para 4 a 2 e, pela primeira vez na história, derrotar o Rubro-Negro carioca dentro do Maracanã.

Veja os gols e os melhores momentos do jogo.

Quem ai lembra da campanha da Uber para Maio Amarelo, do qual nosso goleiro Santos fez parte? Na Campanha Santos entrou em campo com o celular na mão e gerou muita polêmica em nosso país, muitas criticas vieram, muitos chamaram ele de irresponsável  muito “mimi” em torno disso.

Nós Athleticanos  acostumados com as inovações feitas pelo Clube Athletico Paranaense achamos tudo isso o máximo e saímos em defesa do nosso goleiro e do nosso amado Furacão. Mas aos olhos da mídia brasileira, e de torcedores de outros clubes e claro da CBF não foi bem aceita. O Furacão foi multado e Santos punido, mas eis que essa mesma campanha foi premiada no festival de Cannes desse ano ficando com a prata , o video também foi premiado no New York Festivals International Adversiting Awards 2019. Parabéns aos envolvidos.

Após o esclarecimento será tinha motivos para STJD punir o Furacão ? perseguição ou exagero ? Sabemos que o Athletico não é queridinho da CBF, da Globo. Já parou pra pensar se a mesma campanha tivesse sido feita com Flamengo, Corinthians, Palmeiras ?  eu já  e aposto que nada teria sido feito, nenhuma suspensão e multa. Algo assim já foi feito por um outro jogador.

No Paulistão de 2017, o atacante Romero pegou o celular fez uma selfie em comemoração ao gol, virou noticia aclamação da mídia e nenhuma punição veio, é disso que to falando.

Mas é isso o Clube Athletico Paranaense é inovador, polêmico e bate de frente com muitos, querendo ou não estamos ai pra incomodar.

 

Em jogos inesquecíveis de hoje, vamos relembrar a semi-final do campeonato brasileiro de 2001.

O embate com maior história entre Athletico e Tapetense aconteceu nas quartas de final do campeonato brasileiro de 2001. O Furacão ganhou por 3 a 2 e seguiu caminho até a conquista nacional, o maior de sua história. O nome da partida foi o iluminado centro-avante Alex Mineiro, que marcou os três gols atleticanos. Magno Alves marcou os dois gols pata o time do tapete.

Furacão venceu por 3 a 2 para conquistar uma vaga na final do Brasileirão de 2001, assista os melhores momentos do jogo.

 

 

O Campeonato Brasileiro de Futebol de 2001 ou Brasileirão TAM 2001 (por motivos de patrocínio) foi a quadragésima quinta edição do Campeonato Brasileiro e foi vencido pelo Atlético Paranaense, que conquistou o seu primeiro título nacional e tornou-se o 17º campeão brasileiro em 43 anos de certame. O São Caetano, que disputou seu segundo campeonato, foi vice-campeão pela segunda vez.

23 de dezembro de 2001, o dia que não acabou para o Atlético-PR. Em 2001 o clube ganhava o principal título da história rubro-negra: o Campeonato Brasileiro de 2001 e se tornou o primeiro campeão do século XXI. Com gol do atacante Alex Mineiro, decisivo na campanha, o Furacão venceu o São Caetano por 1 a 0, no Estádio Anacleto Campanella, e soltou o grito de campeão.

Naquele ano, o Atlético-PR atropelou os adversários. Na primeira fase, ele foi o segundo colocado, atrás apenas do próprio Azulão. O Furacão obteve 51 pontos em 27 jogos, com 15 vitórias, seis empates e seis derrotas, 58 gols marcados e 40 sofridos. Destaque, por exemplo, para a vitória por 4 a 0 sobre o Flamengo, o empate em 4 a 4 com o Internacional e os 6 a 3 sobre o Bahia. Com a segunda posição na fase inicial, o Rubro-Negro conquistou o direito de disputar as quartas de final em casa.

– Isso foi decisivo. Tivemos a oportunidade de iniciar o mata-mata jogando com a nossa torcida. Até na final tivemos uma vantagem por isso. Se não fosse a nossa torcida, seria muito difícil virar depois de estar perdendo por 2 a 1. Então, acho que isso foi muito importante – garante o zagueiro Gustavo, camisa 3 na campanha do título rubro-negro.

Na semifinal, o Atlético-PR reencontrou o Fluminense, único time que havia vencido na Arena da Baixada na primeira fase. O Tricolor carioca saiu na frente com o atacante Magno Alves no primeiro tempo. Na etapa final, brilhou a estrela de Alex Mineiro. Ele empatou e virou. Na sequência, porém, Magno Alves igualou o marcador. Aos 43 da etapa final, Alex marcou o terceiro dele no jogo e garantiu a vitória rubro-negra.

Alex Mineiro voltou a ser decisivo na final. Na partida de ida, na Arena da Baixada, em um dos jogos mais emocionantes (se não o mais) da história atleticana, o Furacão venceu o São Caetano em jogo de seis gols, duas viradas e recorde de público. O estádio recebeu mais de 31 mil pessoas. O clube paranaense saiu na frente com gol de Ilan logo aos quatro minutos de jogo. Porém, com gols de Mancini e Marcos Paulo, o Azulão virou.

Na etapa final, o camisa 9 marcou três vezes. No primeiro, ele recebeu passe de Alessandro e tocou na saída do goleiro Sílvio Luiz. Depois, o atacante tabelou com Souza, passou pelo meio de dois adversários e bateu no canto. Por fim, o ídolo rubro-negro cobrou pênalti sofrido por Adriano Gabiru e converteu: Furacão 4 a 2.

O lateral-direito Alessandro, também titular em 2001, comentou sobre a força do grupo e o fator casa. Em toda a campanha, o Furacão perdeu apenas uma vez na Arena da Baixada: 2 a 1 para o Fluminense, pela 10ª rodada. Foram ainda 11 vitórias e três empates no estádio rubro-negro:

– Naquela época, o Atlético montou um time para brigar para ficar entre os oito, não para ser campeão. Só que as coisas foram acontecendo, começamos a perceber que dava para ser campeão. O grupo inflamou, acreditou, cada jogo era uma decisão e chegamos à final. Depois da semifinal contra o Fluminense, tínhamos a certeza de que não perderíamos o título. Era tão gostoso jogar naquele grupo. Qualquer adversário que recebíamos na Arena da Baixada, falávamos antes no vestiário: “vamos ganhar de quanto?”. Para os adversários, perder de um a zero no nosso campo era vitória. Aquele ano vai ficar marcado para nós e para os torcedores. Foi um momento inesquecível – afirmou o camisa 2 de 2001.