O Athletico bateu o Botafogo por 1×0, na noite deste domingo (17), na Arena da Baixada, pela 33ª rodada do Brasileirão, em uma partida amplamente dominada pelo time atleticano, mas com direito a pênalti perdido e o VAR sendo acionado. Com gol de Thonny Anderson, o quarto dele no ano, o Furacão chegou aos 53 pontos, passou o São Paulo e assumiu a quinta colocação da Série A. O time volta a campo no próximo domingo (24), quando encara o Atlético-MG, às 16h, no Mineirão.

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Reta final do Brasileirão! Neste domingo (17), o Furacão recebe o Botafogo, às 18h, no Joaquim Américo. A partida é válida pela 33ª rodada da competição nacional.

Os ingressos já estão à venda no tickets.athletico.com.brDepois do #DesafioFamíliaFuracão, as entradas ficaram mais baratas. Todos que vierem com camisa do Athletico pagarão meia-entrada = R$ 50!

As bilheterias e o cadastro biométrico estarão abertos no sábado (16) e no domingo (17), das 10h às 18h. A bilheteria visitante está localizada na Rua Petit Carneiro.

O ingresso é pessoal e intransferível. A entrada deve estar no nome e no CPF do torcedor que vai ao jogo. A biometria é obrigatória para todos os torcedores.*

As informações sobre as trocas de Timemanias serão divulgadas nesta sexta-feira (15).

*Exceto crianças de até 12 anos.

Mapa de acessos

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Valores dos ingressos
– Torcida do Athletico [todos os setores, exceto VIP e Camarotes]: R$ 50 a meia-entrada e R$ 100 a inteira
– Torcida do Botafogo: R$ 50 a meia-entrada e 100 a inteira
*Todos que vierem com camisa do Athletico pagarão meia-entrada = R$ 50!

Horários e pontos de venda
– Vendas pela Internet [tickets.athletico.com.br]
– Vendas nas bilheterias do estádio: sábado (16) e domingo (17), das 10h às 18h
*Visitantes na Rua Petit Carneiro
– Cadastro biométrico/troca de vouchers: sábado (16) e domingo (17), das 10h às 18h
*Visitantes na Rua Petit Carneiro
– Trocas de Timemanias: sábado (16), das 10h às 18h

Regras para meia-entrada
– Torcedores que vierem com a camisa do Athletico
– Estudante: apresentar no momento da compra e na entrada do estádio Carteira de Estudante com foto, data de validade e identificação do órgão expedidor. O original do comprovante de matrícula supre a ausência da data de validade no documento;
– Professor: apresentar no momento da compra e na entrada do estádio comprovante de vínculo com a instituição de ensino e documento oficial de identificação com foto;
– Idoso [a partir de 60 anos]: Apresentar no momento da compra e na entrada do estádio documento oficial de identificação com foto;
– Doadores de sangue: Apresentar no momento da compra e na entrada do estádio certificado de doador fidelizado de sangue, com data de validade, e documento oficial de identificação com foto;
– Jovens de baixa renda: Pessoa com idade entre 15 e 29 anos que pertence à família com renda mensal de até dois salários mínimos, inscrita no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal – Cadúnico. Apresentar no momento da compra e na entrada do estádio “identidade jovem” (documento que comprova a condição de jovem de baixa renda) e documento oficial de identificação com foto;
– Portadores de necessidades especiais e acompanhante
– Crianças de 3 a 12 anos*

*Menores de 3 anos não pagam. É necessário apresentar um documento de identificação na entrada do estádio.

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Alguns dias atrás fomos pegos de surpresa com a saída de Tiago Nunes ,sabíamos que um dia isso iria acontecer porém não dá maneira como foi. Muitos apoiaram nosso ex técnico campeão que nos proporcionou tantas alegrias ,outros se sentiram traídos pelas “mentiras ” faladas pelo próprio nas coletivas mas  nem valem a pena a serem repetidas.  Como diria nosso saudoso Cazuza ” Tempo não para ” é fato ,não podemos ser “viúvas de Tiago Nunes ” passar dias se lamentando o  que passou passou seremos gratos ao espetacular trabalho feito por esse profissional, mas temos que  continuar e seguir com o projeto grandioso que furacão possui . Já estamos garantidos na Libertadores de 2020 e esse é nosso objetivo conquista lá. Precisamos de um técnico que mantenha o mesmo ritmo de jogo do qual nos habituamos ,sermos ofensivos e trocando passes exitosos . Seria a hora de buscar um tecnico estrangeiro ou de darmos a chance ao que temos de melhor por aqui ? Nao sabemos o que a diretoria irá preferir mas caro torcedor podemos ter certeza que fará o certo.

Eu particularmente em dois jogos no comando do jovem Eduardo Barros gostei da proposta e da continuidade dada por ele ,tivemos aí grandes desfalques contra o São Paulo mas saímos vitoriosos. Dois jogos são poucos mas até o fim do brasileirão poderemos ver mais o trabalho dele pelo que vi já está agradando a maioria tirando a famosa “turma do amendoim ” afinal até Tiago era criticado por eles, mas graças a deus são minoria.

Eduardo Barros 34 anos jovem como o Tiago Nunes saberia levar o Furacão ao seu primeiro título da Libertadores ? Fica aí minha pergunta a ser respondida por quem quiser

Seguimos firmes e fortes ,obrigada Tiago Nunes, Boa sorte ao seu sucessor seja ele quem for

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Com um gol de Marcelo Cirino, aos 45 minutos do segundo tempo, após falha de Tiago Volpi, o Athletico venceu o São Paulo por 1 a 0 na tarde deste domingo, no Morumbi, pela 32ª rodada do Campeonato Brasileiro. Durante a maior parte do jogo, o goleiro Santos, do Furacão, foi o destaque com grandes defesas. Mas o Tricolor, de modo geral, mais uma vez fez uma partida sem muita objetividade.

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O Athletico está finalmente dentro do G6 do Campeonato Brasileiro. Foi no sufoco e, na base da insistência, o Furacão venceu o CSA por 1×0, na noite deste domingo (3), na Arena da Baixada, chegou aos 46 pontos e assumiu a sexta posição na classificação da competição nacional. Em alta, o time rubro-negro vai tentar manter a boa fase e seguir entre os primeiros colocados no duelo desta quarta-feira (6), às 21h30, de novo no Caldeirão, contra o Cruzeiro, que também luta contra o rebaixamento.

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No dia em que Tiago Nunes completou 100 jogos no comando do Athletico, o herói da noite foi Madson. O lateral-direito foi o responsável pelos dois gols da vitória rubro-negra, em pleno Maracanã, por 2 a 1 sobre o Fluminense.

Com a vitória no Rio de Janeiro, o Athletico ultrapassa o Goiás na tabela de classificação e assume a 9ª colocação, com 37 pontos. A próxima partida do Furacão será contra o vice-líder Palmeiras, no domingo (20), às 19h, na Arena da Baixada.

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O Athletico Paranaense visitou na noite de ontem, quinta-feira (10), o Corinthians em partida válida pela 24ª rodada do Campeonato Brasileiro de 2019. O empate pelo placar de 2×2, gols de Léo Cittadini e Erick pelo Furacão e de Gil e Mauro Boselli pelo time paulista, rendeu ao rubro-negro paranaense um ponto em um estádio que costuma receber de forma hostil as equipes visitantes.

Independentemente dos erros cometidos nas jogadas de bola parada que renderam os 2 gols do Corinthians, há algo de positivo a se destacar sobre o Furacão no confronto de ontem: a equipe continua competindo e em altíssimo nível.

Muito foi dito e escrito na mídia especializada sobre este final de 2019 do Athletico, que bastaria ao clube garantir os 45 pontos que teoricamente eliminariam o risco de rebaixamento e a partir daí o clube estaria virtualmente de férias até a próxima temporada.

Entretanto, muito se enganam aqueles que pensam dessa forma. O sucesso de 2020 em muitos aspectos depende e muito daquilo que se fará até o final de 2019. Para esclarecer essa afirmação, é importante destacar pelo menos 3 pontos fundamentais.

Primeiramente, o aspecto financeiro. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) paga uma premiação em dinheiro aos clubes pelo seu desempenho no campeonato nacional. Quanto mais alta a posição alcançada pelo clube na tabela de classificação, maior será o valor que chegará aos cofres do Furacão ao final do temporada a título de bonificação por desempenho.

Da mesma forma, uma parcela dos valores referentes aos direitos de transmissão também é dividida de maneira e premiar a performance nos clubes no torneio.

Logo, melhores resultados significarão mais dinheiro em caixa para o clube no próximo mercado de transferências. Consequentemente, mais dinheiro em caixa pode significar melhores jogadores chegando para somar qualidades ao já bastante qualificado elenco rubro-negro. E melhores jogadores aumentam também as chances do clube de conquistar novos títulos em 2020.

Um segundo aspecto é ser considerado é o técnico. Somente enfrentando com seriedade todos os adversários até o fim da temporada é que será possível avaliar com precisão e decidir com uma maior possibilidade de acerto as questões relativas à formação do elenco para 2020.

É preciso decidir quais jogadores pertencentes ao clube ficam para 2020, quais podem ser emprestados para que possam desenvolver seu potencial em outras equipes e quais devem ser dispensados. Será importante também avaliar quais dos jogadores emprestados por outros clubes merecem ter o empréstimo prorrogado ou serem adquiridos em definitivo pelo Athletico.

Há também os jovens jogadores do elenco do Furacão. Nomes como Khellven, Lucas Halter, Abner Vinícius, Erick e Vitinho, por exemplo. A reta final da temporada 2019 é o momento ideal para dar minutos e permitir que os jovens talentos rubro-negros adquiram experiência entre os profissionais em jogos competitivos.

Naturalmente, isso não poderia acontecer ao custo da competitividade da equipe. Entretanto, seria perfeitamente possível dar oportunidades em cada partida a um ou mais desses jogadores conforme o nível de exigência dos adversários.

Por fim, um último aspecto fundamental a ser destacado e que tem sido muito pouco lembrado é o da manutenção da competitividade. Competir no mais alto nível exige tenacidade, concentração e desempenho contínuos. Esse nível de competitividade não pode simplesmente ser desligado e religado a qualquer momento.

Não faltam no futebol nacional exemplos de fracassos e vexames históricos protagonizados por equipes campeãs que relaxaram e deixaram de competir após a conquista de um ou mais títulos.

Basta relembrar as vexatórias eliminações sofridas por Internacional e Atlético Mineiro para Mazembe e para Raja Casablanca, respectivamente, nas edições de 2010 e 2013 do Mundial de Clubes da FIFA ou o rebaixamento do Palmeiras em 2012 após a conquista da Copa do Brasil.

Aqueles que querem estar entre os maiores em qualquer esporte deve competir muito e sempre, não há qualquer espaço para o relaxamento quando o objetivo é o atingir o topo. Essa não é a hora de se deitar sobre as glórias alcançadas, é hora de arregaçar as mangas e trabalhar duro como se nada houvesse sido conquistado e não houvesse nada garantido para 2020.

A torcida ainda espera muito do Athletico, e em 2019. Sabe-se que o título brasileiro é impossível na atual situação, mas a fanática torcida rubro-negra quer o Furacão na posição mais alta possível ao término do competição.

 

 

O Athletico conquistou mais uma vitória importante no Brasileirão, ao bater o Bahia por 2 a 1, na noite deste sábado (05), na Arena Fonte Nova, em Salvador, em jogo válido pela 23ª rodada da competição. Os gols da vitória rubro-negra foram marcados pelo atacante Marcelo Cirino e pelo meia Léo Cittadini — Fernandão descontou para os mandantes.
O destaque foi o retorno do zagueiro Thiago Heleno após seis meses afastado por doping. O ‘general’ voltou ao time como titular e atuou por 69 minutos ao lado de Léo Pereira.
O Furacão volta a campo na próxima quinta-feira (10), às 19h15, diante do Corinthians, na Arena Corinthians, em São Paulo, pela 24ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O Athletico Rubro-Negro foi para o duelo determinado a conseguir um bom resultado. A surpresa, de certa forma, na escalação do Athletico foi a presença de Lucho González entre os titulares no lugar de Wellington. O técnico Tiago Nunes explicou que a escolha se deu porque o volante, que ficou no banco, está com dois cartões amarelos, e como vai perder Bruno Guimarães para os próximos dois jogos – que vai defender a seleção brasileira olímpica – preferiu preservar Wellington.

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Em clima de ressaca após a inédita conquista da Copa do Brasil na última quarta-feira (18), o Athletico Paranaense foi até o Rio de Janeiro enfrentar o Vasco da Gama no Estádio de São Januário em jogo válido pela 20ª rodada do Campeonato Brasileiro de 2019. O empate pelo placar de 1×1, gols de Madson e Danilo Barcelos, deixou o Furacão na 9ª nona posição da tabela de classificação com 27 pontos ganhos.

Verdade seja dita, a partida rendeu muitas possíveis pautas. Seria possível tratar – mais uma vez – da desastrosa arbitragem do gaúcho Anderson Daronco, das declarações absolutamente desconectadas da realidade dadas pelo treinador cruz-maltino na coletiva pós-partida ou até mesmo falar sobre as substituições realizadas pelo técnico  Tiago Nunes que permitiram que a equipe carioca crescesse na etapa complementar a ponto de conquistar o empate, ainda que para isso tenha sido necessária e decisiva a absurda participação da arbitragem.

Entretanto, o que mais chamou a atenção foi a permanência em campo durante todo o tempo do atacante argentino Braian Romero.

Romero, de 28 anos, foi contratado por empréstimo junto ao Independiente pela soma aproximada de 550.000,00 em Fevereiro deste ano e tem contrato com o rubro-negro paranaense até 31 de Dezembro de 2019. Ao final do período, o Athletico poderia comprar os direitos do jogador pela quantia de 2,5 milhões de Dólares.

Desde que chegou ao Furacão, Romero vem se destacando por sua versatilidade – o argentino já foi escalado em ambos os lados do ataque, como segundo atacante e até como centroavante – e por sua regularidade – tem sido absolutamente bisonho em todas essas posições. Entretanto, ontem foi um dos 8 escolhidos por Tiago Nunes para iniciar e terminar em campo o confronto contra o Vasco.

Romero não possui qualquer qualidade que justifique tamanha benevolência por parte da comissão técnica. Ou se as possui, ainda não as demonstrou no campo de jogo. Mostra dificuldades para dominar a bola, erra passes que seriam simples para a maioria de seus companheiros, pouco aparece na área adversária e costuma finalizar mal nessas poucas ocasiões. O pouco que acrescenta se limita à sua correria em campo, o que é muito pouco para quem quer jogar em um clube com um protejo desportivo vencedor. Se sabe apenas correr, talvez o argentino devesse praticar atletismo em vez de jogar futebol.

Aos torcedores rubro-negros resta torcer para que essa seja a última das tantas oportunidades que Braian Romero recebeu sem corresponder. Existem no elenco jovens jogadores que já demonstraram ter qualidades e merecer parte das oportunidades concedidas ao atacante argentino.

Que Dezembro chegue logo trazendo consigo o final do contrato do jogador e que o argentino só volte a pisar no gramado da Arena da Baixada na condição de jogador do time visitante, os zagueiros rubro-negros agradecem.



Em apenas 2 dias o Athletico entrará em campo para mais uma decisão. Estarão em disputa o troféu da Copa do Brasil 2019 e 52 milhões de Reais em mais uma oportunidade desse grupo de jogadores, comissão técnica e diretoria escreverem para sempre seus nomes na história do rubro-negro paranaense.

A vantagem conquistada na Arena da Baixada na última semana é grande o suficiente para permitir que a torcida rubro-negra sonhe com mais esse título, considerando o equilíbrio técnico entre as duas equipes. O Furacão tem ao alcance das mãos mais um título de primeira grandeza, e para conquistá-lo será necessário jogar com inteligência.

O Athletico deve ser o artífice de seu próprio destino, e isso só será possível tomando para si o controle do jogo e desacelerando o ritmo da partida para frear os ânimos da equipe do Internacional e da torcida colorada que certamente lotará o Estádio Beira-Rio.

A equipe rubro-negra não deve cair na armadilha de repetir a postura retraída e as condutas antidesportivas que o Grêmio protagonizou de maneira vergonhosa na Arena da Baixada, dentre outros tantos e recorrentes exemplos oferecidos pelo futebol brasileiro.

Não é necessário recorrer a tais ardis para desacelerar o ritmo do confronto. Retardar as cobranças de tiros de meta, faltas e laterais e ter um jogador que supostamente sentiu uma lesão caído no gramado a cada 5 minutos é uma conduta baixa, covarde e indigna para qualquer clube que queira fazer respeitar a sua grandeza.

A melhor maneira de atingir esse objetivo é valorizar a posse da bola sempre em que ela estiver sob o domínio do Furacão. Passar a bola sempre com precisão e ritmo acelerado, visando não somente impedir que os jogadores colorados a recuperem e gastar o tempo do cronômetro, mas também criar espaços na defesa adversária.

Quando surgirem as oportunidades, atacar. Sim, atacar. A equipe que entra em campo pensando apenas em sua defesa e no passar dos minutos está fadada a ser encurralada. Quando aparecerem os espaços, atacar com verticalidade e de forma agressiva, criando chances e buscando marcar o gol, para garantir que o receio do Internacional de levar o gol que pode selar o destino da decisão seja sempre maior do que a tentação de se lançar agressivamente ao ataque com o apoio de sua torcida.

O assunto já foi objeto de outro texto, mas repetir nunca é demais: ter a iniciativa é absolutamente fundamental para quem quer ver seu nome escrito em destaque na história. O técnico Tiago Nunes declarou recentemente que se o Athletico jogar no Beira-Rio pensando na vantagem construída em casa, perderá o título. O treinador está coberto de razão. Para ser campeão em uma final como a que o clube está vivendo, é necessário merecer a conquista do título em 180 minutos, não em apenas 90.

Por isso, para o Furacão a fórmula para ser campeão é controlar a posse da bola, controlar o ritmo do jogo e, em especial, controlar e vencer a tentação de acreditar que a vantagem conquistada na Arena da Baixa por si só é suficiente e que o caminho para o título passa pela prática de condutas antidesportivas. Controle, controle mais controle.