Furacão entra em campo contra o Fortaleza pelo Brasileirão nesta quinta-feira. Arena deve ter clima de festa depois de oito dias da conquista nacional
Pouco mais de uma semana após conquistar a Copa do Brasil, o Athletico entra em campo nesta quinta-feira, às 21h30, na Arena da Baixada, para enfrentar o Fortaleza pelo Brasileirão. Esse será o reencontro do time campeão com o torcedor em um jogo oficial.

Com a vaga na Libertadores de 2020 garantida, o Athletico garante que vai manter a seriedade no Campeonato Brasileiro. O técnico Tiago Nunes pretende usar força máxima em todos os jogos e mira até mesmo fechar a competição dentro do G-6.

COMO VEM O FURACÃO
O Athletico tem três retornos para a partida. O lateral-esquerdo Márcio Azevedo, o meia-atacante Nikão e o atacante Marcelo Cirino, poupados na rodada passada, voltam a ficar à disposição. A tendência é apenas que Cirino fique no banco. Assim, Abner Vinicius e Braian Romero saem do time. Na zaga, Pedro Henrique foi vetado por uma lesão muscular, e Lucas Halter o substitui. Na lateral, Tiago nunes deve manter Madson.

COMO VEM O FORTALEZA
O treinador terá de promover mudanças em praticamente todos os setores. Felipe, André Luís e Felipe Alves estão suspensos. O goleiro tricolor, que foi titular em praticamente todos os jogos, também está lesionado. Marcelo Boeck assume a titularidade. O Fortaleza, mesmo jogando fora de casa, deve ir com uma formação ofensiva, que é própria do time tricolor, com quatro atacantes e dois volantes para a transição. Com André Luís suspenso e com a volta de Wellington Paulista e Felipe Pires, o quarteto ofensivo deve ser composto ainda por Osvaldo e por Edinho.

ONDE ASSISTIR O JOGO
O jogo terá transmissão do canal TNT (TV fechada, menos para região de PR) e pelo aplicativo EI Plus (TV fechada).

ARBITRAGEM
Vinicius Gomes do Amaral apita o jogo. Ele será auxiliado por Lucio Beiersdorf Flor e José Eduardo Calza. O trio é do Rio Grande do Sul. Leonardo Sígari Zanon (PR) será o quarto árbitro. Jean Pierre Goncalves Lima será o árbitro de vídeo, com Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza e Alex Ang Ribeiro de assistentes.

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Intitulado de “A COPA DO BRASIL É NOSSA! BASTIDORES DO TÍTULO”, o Athletico postou em suas redes sociais o documentário sobre os bastidores da conquista da copa do Brasil.
Foi com muito empenho e muita luta que chegamos até aqui e hoje somos CAMPEÕES DA COPA DO BRASIL. O caminho não foi fácil. Mas, se não é sofrido, não é Athletico.

Assista e emocione-se…



A campanha contou com quatro vitórias, três empates e uma derrota, com oito gols marcados e cinco gols sofridos.

Athletico x Fortaleza

O primeiro adversário foi o Fortaleza, fora de casa. Contra o time comandado pelo então técnico Rogério Ceni, o Furacão ficou no 0 a 0, em um jogo de pouca emoção na Arena Castelão. Já no jogo de volta em Curitiba, num duelo de ataque contra defesa, o Furacão venceu por 1 a 0, na Arena da Baixada, com gol do atacante argentino Marco Ruben, de cabeça, aos 43 minutos do segundo tempo.
Assista o gol de Marco Ruben que deu a classificação ao Furacão

Athletico x Flamengo

O adversário das quartas de final foi o midiático Flamengo, Nos primeiros 90 minutos da decisão, tudo igual entre os rubro-negros. As equipes ficaram no 1 a 1, na Arena da Baixada, no duelo marcado por emoções, polêmicas e gols anulados após consultas ao VAR. Léo Pereira marcou para o Furacão, e Gabigol fez o do Fla.
Assista os gols do empate

Jogo de volta no Maracanã com 70 mil pessoas, Pênaltis com emoção, brilho de Santos e “cheirinho”
O mesmo placar da Arena da Baixada se repetiu no Maracanã: 1 a 1. Os gols saíram no segundo tempo. O Flamengo marcou com Gabigol, mas o Furacão não desistiu, cresceu no fim e empatou com Rony, levando a decisão para os pênaltis. Nas cobranças brilhou a estrela de Santos, que pegou os chutes de Diego e Everton Ribeiro. Classificado, o Athletico ainda ironizou o time carioca na comemoração, zoando Gabigol e lembrando do “cheirinho”.
Assista os gols e a vitória nas cobranças de pênaltis

Athletico x Grêmio

Derrota dolorida contra o Grêmio Na semi, o Athletico teve o Grêmio pela frente. No primeiro duelo, o Furacão perdeu por 2 a 0, em Porto Alegre, com gols de André e Jean Pyerre. Com atuação abaixo do esperado, o Rubro-Negro foi facilmente dominado pelo time de Renato Gaúcho, que saía em vantagem na primeira decisão.
Assista os gols do jogo

Jogo de volta na Arena e a morte do imortal
Derrotado na ida, restava vencer ou vencer ao Athletico. O Furacão precisava bater o Grêmio por três gols de diferença para ficar com a vaga. Empurrado pela torcida, o Rubro-Negro transformou o estádio em caldeirão e devolveu o placar, com gols de Nikão e Marco Ruben. Nas cobranças, Santos defendeu o último chute, e colocou o Athletico na grande decisão do título.
Assista os gols e a vitória nas cobranças de pênaltis

Athletico x Internacional

E veio a final. E mais um gaúcho pela frente. No primeiro duelo, em Curitiba, o Furacão saiu na frente. Com uma linda festa na arena da baixada o furacão ia para Porto Alegre com uma vantagem. Não poderia faltar uma polêmica né, o Atacante Guerreiro com toda soberba do mundo reclamou da grama, reclamou que o bolso do bambu era muito pequeno e disse que em casa a gente conversa…
Assista o gol de Bruno Guimarães na vitória do Furacão

O jogo da volta e a Taça inédita!

Com a vitória na ida, o Furacão podia até empatar. Ao o Inter, a obrigação de vencer por dois gols de diferença para levantar a taça. Com o Beira-Rio lotado, o Athletico suportou a pressão dos primeiros 20 minutos e conseguiu abrir o placar, com gol de Léo Cittadini, após assistência de Marco Ruben. Ainda no primeiro tempo, o Colorado empatou com Nico López, aproveitando a bobeira da zaga atleticana. Já nos acréscimos, Marcelo Cirino fez uma jogada espetacular e deu o gol de presente para Rony dar números finais à decisão e fechar com chave de ouro. É campeão!
Assista os gols do jogo

FESTA DO TÍTULO DO ATHLÉTICO PR CAMPEÃO DA COPA DO BRASIL 2019

DRIBLE ABSURDO DO CIRINO, PASSE E GOL DE RONY



O Furacão conseguiu nesta quarta-feira um feito histórico, uma remontada épica para cima do “imortal” que mais morre nesse Brasil e com isso reacendendo o fogo midiático sobre se está inserido no grupo dos doze times grandes do país.

Mesmo com o crescimento de vários times do Brasil nesta década não há como não admirar o incrível crescimento do furacão que não tem nem de longe o mesmo poder de investimento a exemplo de Flamengo e Palmeiras, mas consegue grandes resultados dentro e fora de campo e pode ser considerado sim um dos grandes que figuram pelo futebol nacional.
Desde o início da era Petraglia em 1995 o furacão teve um salto assustador em termos esportivos e financeiros, que proporciona aos profissionais e atletas uma estrutura de primeiro mundo visando cada vez mais potencializar a qualidade técnica e tática do time e com isso se tornando um clube modelo de gestão dentro e fora de campo, priorizando desde a última década o uso de jovens oriundos das categorias de base em suas campanhas, dando não só retorno técnico mas também econômico para o clube com as vendas dos pratas da casa para os gigantes europeus em sua maioria por valores astronômicos.

Quando o assunto é torcida somos reconhecidos pela nossa paixão e pressão que colocamos nos adversários, se tem torcida que muda resultados essa é a nossa, a diretoria tem como meta chegar a 30 mil sócios no seu quadro até o final do ano, algo que se começarmos a ter sempre grandes times e grandes conquistas será alcançado sem sombra de dúvidas se não agora, com certeza em um futuro bem próximo, haja vista essa nova geração que vem se apaixonando e passando a consumir a marca Athletico paranaense devido aos feitos recentes o que vai puxando essa molecada mais nova a cada vez mais mergulhar nesse oceano rubro negro.

A torcida Athleticana tem motivos de sobra para comemorar e acreditar que estamos no caminho certo para tornar o furacão cada vez mais gigante e quebrar a barreira nacional e brigar de frente com os maiores da América.

Deixo aqui duas perguntas, Na sua opinião analisando os aspectos financeiros, marketing, torcida e resultados o Furacão é o time que tem o maior crescimento no futebol brasileiro? O que falta para que a mídia se renda e enxergue o Furacão como um gigante do certame nacional?



O Athletico venceu o Shonan Bellmare por 4 a 0 e conquistou a J. League/Conmebol – duelo que reúne os campeões da J. League e da Sul-Americana. Marcelo Cirino, Rony, Thonny Anderson e Braian Romero marcaram os gols na manhã desta quarta-feira (noite no Japão). É a maior vitória na história da competição, que está em sua 12ª edição.

A conquista representa mais do que a consagração mais uma vez do projeto de internacionalização do clube. Além da taça, o Furacão leva para casa US$ 900 mil (R$ 3,5 milhões na cotação atual). A goleada também marca a história da competição, antiga Copa Suruga Bank, como o placar mais elástico de todas as decisões.

Agora, o Rubro-Negro volta as atenções para o Brasileirão. A delegação retorna do Japão e já tem compromisso marcado contra o Botafogo, no próximo domingo (11), às 16h, no Rio de Janeiro.

ASSISTA OS MELHORES MOMENTOS

Não é de hoje que nós torcedores cobramos respeito da mídia brasileira e da CBF, queremos respeito e reconhecimento. O futebol Paranaense nunca foi tido como um dos melhores do Brasil, afinal comparado com o “eixo do mau” não temos muitos títulos   expressivos, sabemos que fora do eixo apenas o Cruzeiro e os dois gaúchos são lembrados mesmo assim não tão falados.

Aqui no Paraná o Clube Athletico Paranaense vem mostrando que é um clube bem estruturado e capaz de bater de frente com qualquer time da América do sul , não é clubismo ou papo de torcedor , desde  a Sul Americana provamos que crescemos e que temos fome de  títulos. Somos um clube organizado e com objetivos traçados e com um “time de guerra”  batalhando por isso.

Na última quarta  feira mostramos ao Brasil do que somos capazes, mesmo muitos não acreditando e torcendo pelo nosso fracasso, fomos ao Rio de Janeiro e eliminamos o tal “José Rico” do futebol brasileiro, um Flamengo com elenco milionário e segundo a mídia favorito ao titulo, calamos a maior torcida do país que nos dias que antecederam o jogo bombardearam nossas redes sociais dizendo que seriamos eliminados , pois é a tal torcida teve que engolir em seco a nossa classificação e viu nossos jogadores zombarem do tal ídolo deles o famoso “falador” , mas fale mais Gabriel é assim que gostamos.

Mas voltando ao assunto , mesmo com a classificação do Furacão a mídia deu mais ênfase a eliminação do Flamengo tentando achar onde erraram e quem foi culpado ao invés de dar méritos ao Furacão, chegamos la porque lutamos ate o final , porque sabemos cobrar pênaltis e porque temos um goleiro iluminado , os deuses do futebol estavam com o Santos e que chegou a ser criticado pelos nossos cornetas, respeitem o cara pôh.

Enfim estamos nas semifinais da Copa do Brasil e dessa vez nosso adversário é o Grêmio e acredite a mídia já ta colocando  eles como favoritos , la vamos nos tentar provar que estão errados,  e do que somos capazes,  o titulo já e realidade , já consigo ver o Furacão se consagrando campeão quem sabe assim passem a respeitar e reconhecer nosso amado Athletico como um dos grandes do futebol brasileiro. Respeite a gente pôh !

O atleticano é diferente de qualquer outro torcedor
É diferente, pois não se restringe a ser
Somente torcedor
Ser atleticano é como casamento
Na saúde e na doença
Nas alegrias e nas tristezas
Mesmo quando a doença parece não ir
E as tristezas teimam em permanecer
O atleticano é capaz de
Após uma derrota humilhante
Pegar a camisa no armário
E sair às ruas
Mesmo sendo alvo de piadas
Isso por que o atleticano não torce por um time
Torce por uma nação
E tal qual em uma guerra
Um cidadão não renega um país
Mesmo que a derrota seja grande
O atleticano apóia seu time na derrota
Pois os obstáculos engrandecem
Seu sentimento de nacionalismo
E que me perdoem os que têm apenas títulos
Claro que são importantes
Mas o atleticano tem algo que os outros nunca terão
Tem paixão!

O Campeonato Brasileiro de Futebol de 2001 ou Brasileirão TAM 2001 (por motivos de patrocínio) foi a quadragésima quinta edição do Campeonato Brasileiro e foi vencido pelo Atlético Paranaense, que conquistou o seu primeiro título nacional e tornou-se o 17º campeão brasileiro em 43 anos de certame. O São Caetano, que disputou seu segundo campeonato, foi vice-campeão pela segunda vez.

23 de dezembro de 2001, o dia que não acabou para o Atlético-PR. Em 2001 o clube ganhava o principal título da história rubro-negra: o Campeonato Brasileiro de 2001 e se tornou o primeiro campeão do século XXI. Com gol do atacante Alex Mineiro, decisivo na campanha, o Furacão venceu o São Caetano por 1 a 0, no Estádio Anacleto Campanella, e soltou o grito de campeão.

Naquele ano, o Atlético-PR atropelou os adversários. Na primeira fase, ele foi o segundo colocado, atrás apenas do próprio Azulão. O Furacão obteve 51 pontos em 27 jogos, com 15 vitórias, seis empates e seis derrotas, 58 gols marcados e 40 sofridos. Destaque, por exemplo, para a vitória por 4 a 0 sobre o Flamengo, o empate em 4 a 4 com o Internacional e os 6 a 3 sobre o Bahia. Com a segunda posição na fase inicial, o Rubro-Negro conquistou o direito de disputar as quartas de final em casa.

– Isso foi decisivo. Tivemos a oportunidade de iniciar o mata-mata jogando com a nossa torcida. Até na final tivemos uma vantagem por isso. Se não fosse a nossa torcida, seria muito difícil virar depois de estar perdendo por 2 a 1. Então, acho que isso foi muito importante – garante o zagueiro Gustavo, camisa 3 na campanha do título rubro-negro.

Na semifinal, o Atlético-PR reencontrou o Fluminense, único time que havia vencido na Arena da Baixada na primeira fase. O Tricolor carioca saiu na frente com o atacante Magno Alves no primeiro tempo. Na etapa final, brilhou a estrela de Alex Mineiro. Ele empatou e virou. Na sequência, porém, Magno Alves igualou o marcador. Aos 43 da etapa final, Alex marcou o terceiro dele no jogo e garantiu a vitória rubro-negra.

Alex Mineiro voltou a ser decisivo na final. Na partida de ida, na Arena da Baixada, em um dos jogos mais emocionantes (se não o mais) da história atleticana, o Furacão venceu o São Caetano em jogo de seis gols, duas viradas e recorde de público. O estádio recebeu mais de 31 mil pessoas. O clube paranaense saiu na frente com gol de Ilan logo aos quatro minutos de jogo. Porém, com gols de Mancini e Marcos Paulo, o Azulão virou.

Na etapa final, o camisa 9 marcou três vezes. No primeiro, ele recebeu passe de Alessandro e tocou na saída do goleiro Sílvio Luiz. Depois, o atacante tabelou com Souza, passou pelo meio de dois adversários e bateu no canto. Por fim, o ídolo rubro-negro cobrou pênalti sofrido por Adriano Gabiru e converteu: Furacão 4 a 2.

O lateral-direito Alessandro, também titular em 2001, comentou sobre a força do grupo e o fator casa. Em toda a campanha, o Furacão perdeu apenas uma vez na Arena da Baixada: 2 a 1 para o Fluminense, pela 10ª rodada. Foram ainda 11 vitórias e três empates no estádio rubro-negro:

– Naquela época, o Atlético montou um time para brigar para ficar entre os oito, não para ser campeão. Só que as coisas foram acontecendo, começamos a perceber que dava para ser campeão. O grupo inflamou, acreditou, cada jogo era uma decisão e chegamos à final. Depois da semifinal contra o Fluminense, tínhamos a certeza de que não perderíamos o título. Era tão gostoso jogar naquele grupo. Qualquer adversário que recebíamos na Arena da Baixada, falávamos antes no vestiário: “vamos ganhar de quanto?”. Para os adversários, perder de um a zero no nosso campo era vitória. Aquele ano vai ficar marcado para nós e para os torcedores. Foi um momento inesquecível – afirmou o camisa 2 de 2001.

O Atlético-PR chega ao título da Copa Sul-Americana não só como um time que “encaixou” e foi até uma final, mas como um projeto de um clube que vem se fortalecendo ano a ano e colhe seu primeiro resultado palpável.

Com uma estrutura invejável de treinamento e um estádio único em todo o país, o Atlético-PR também passou a se aprimorar na preparação de seu elenco, testando suas jovens promessas no Estadual e deixando o time principal treinar para os campeonatos nacionais e continentais.

O projeto se mostrou viável e vencedor quando as duas pontas se encontraram. O Furacão decolou apenas no segundo semestre com a chegada de Tiago Nunes – campeão paranaense com os aspirantes – e a promoção de garotos que o treinador conhecia bem. Essa mescla deu ao time um futebol ágil, inteligente e seguro.