A Seletiva para Libertadores foi o título nacional do Furacão em 1999. Posteriormente o título que colocou o furacão na América.

Seletiva para Libertadores de 1999 foi uma liga surpresa. Preparada as pressas pela CBF. Os clubes também foram surpreendidos; mas seria uma ótima oportunidade para salvar a temporada para os clubes. Os participantes eram os times que não se classificaram para a Libertadores da América. Os clubes foram:

Atlético Paranaense, Botafogo, Coritiba, Cruzeiro, Flamengo, Grêmio, Guarani, Internacional, Ponte Preta; Portuguesa, Santos, São Paulo, Sport, Vasco da Gama e Vitória. O regulamento era em base da classificação do campeonato brasileiro, caso de empate em dois jogos o melhor colocado passava de fase.

O Furacão estreou contra o vencedor da preliminar, a Portuguesa. Perdeu no Canindé por 3 a 1, mas venceu na Arena da Baixada por 2 a 0, conseguindo a classificação por ter a melhor campanha no Brasileiro. Na segunda fase, os eliminados nas quartas de final entraram no torneio, e o Rubro-negro enfrentou o rival Coritiba (13º). No Couto Pereira, o Atlético goleou por 4 a 1 e ficou com ótima vantagem, que não foi afetada pela derrota de 2 a 1 na Baixada. Na terceira fase, o adversário atleticano foi o Internacional (16º). Na ida no Beira-Rio, empate em 1 a 1, e na volta na Arena da Baixada, vitória do Furacão por 2 a 1. Os eliminados da semifinal do Brasileirão foram movidos para a semi da Seletiva, e o Atlético-PR encarou o São Paulo (3º). Em Curitiba, a vitória por 4 a 2 deixou a classificação encaminhada. No Morumbi, o time paranaense se segurou, e a derrota por 2 a 1 não tirou o embalo para a final.

Contra o Cruzeiro (5º), o Furacão precisou novamente decidir tudo fora de casa. Antes, na Baixada, abriu boa frente no confronto ao vencer por 3 a 0. No Mineirão, o Atlético-PR repetiu a estratégia da fase anterior, se reforçou na defesa e colocou o regulamento embaixo do braço. A derrota por 2 a 1 não tirou o brilho do título rubro-negro, que colocou o clube na Libertadores pela primeira vez e abriu o caminho para voos maiores. Até hoje, o torcedor do clube lembra com carinho da conquista.

CBF cria nova competição, no dia 22 de janeiro, campeões do Brasileirão e da Copa do Brasil de 2019 vão se enfrentar em jogo único e um deles já começará o ano com um novo troféu.

A próxima temporada do futebol brasileiro será aberta por uma nova competição: a Supercopa do Brasil. No dia 22 de janeiro de 2020, os campeões do Brasileirão e da Copa do Brasil de 2019 vão se enfrentar em jogo único e um deles já começará o ano com um novo troféu em sua galeria. A novidade foi apresentada pela CBF, durante o Conselho Técnico do Campeonato Brasileiro da Série A, nesta sexta-feira (22).

O local e horário da partida serão definidos ao longo deste ano e os torcedores campeões já poderão planejar sua presença no estádio assim que seus respectivos clubes levantarem as taças do Brasileirão e da Copa do Brasil. Na reunião com os dirigentes, o diretor executivo de Gestão e presidente eleito da CBF, Rogério Caboclo, explicou também que, se algum time conquistar as duas competições, a Supercopa 2020 será disputada entre o campeão da Copa do Brasil e o vice do Brasileirão.

A Diretoria de Competições da CBF já estudava esse passo há três anos. Como teste do formato, criou, em 2017, a Supercopa Sub-20, duelo do campeão do Brasileiro com o da Copa do Brasil da categoria.

– A Supercopa do Brasil representará mais recursos para os clubes envolvidos e vai mexer com a paixão do torcedor. Teremos, na abertura de temporada, uma grande festa dos campeões da temporada anterior, com um deles celebrando mais uma conquista. É um novo produto que valoriza o futebol brasileiro, um avanço que temos que comemorar – afirmou Rogério Caboclo.

Font: CBF