Novo mascote do Athletico, o Fura-Cão tem feito sucesso nas redes sociais e até na Baixada. Lançado no final de 2018, durante a mudança da identidade visual do clube, de Atlético-PR para Athletico, o cachorro tem um perfil nas redes sociais e se define como “vira-taças”.

O Fura-Cão faz parte de uma família de mascotes, com pai, mãe, filho e filha. Porém, só o cachorro caiu nas graças da torcida. O perfil no Twitter, lançado no último dia 9, tem mais de mil seguidores. Ao ser questionado sobre qual a raça, ele brincou: “vira-taças”.

Além de interagir com a torcida, o Fura-Cão também provoca os rivais. Após o 2 a 1 sobre o Fluminense no Maracanã, por exemplo, ele cutucou os críticos. “E diziam que sem meu tapetinho…”, em referência às críticas de que o Athletico não vence longe do gramado artificial da Baixada.

O mascote, inclusive, já saiu das redes sociais para as arquibancadas. Alguns torcedores têm levado o Fura-Cão de pelúcia – que custa R$ 144,90 – para a Baixada. “O Fura-cão é o melhor amigo do jovem athleticano”, diz a descrição sobre o mascote na loja virtual do clube.



O Athletico levou susto no primeiro tempo, mas mostrou toda a sua força na Arena da Baixada e goleou o Goiás de virada por 4 a 1. Com a vitória, o Furacão também encerra jejum de 1 mês sem ganhar diante da torcida. Foram três jogos, com dois empates (Chapecoense e Palmeiras) e uma derrota (Flamengo).

No final do primeiro tempo, o Goiás abriu o placar com Rafael Moura em jogada de bola aérea. Já na etapa final, o Rubro-Negro conseguiu passar pela marcação e marcou três vezes para garantir a vitórias. Os gols do time athleticano foram marcados por Léo Pereira, Rony, Adriano e Marco Ruben.

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Bora pra mais uma rodada. Não esqueça de escalar o seu time, o mercado fecha às 15:00h (de Brasília) deste sábado (19/10).

LATERAIS

Fagner (Corinthians) – C$ 12,55

Média de 2 roubadas de bola por partida e o Corinthians sofreu apenas sete gols como mandante, outro fator importante é que o Cruzeiro é o único time que não venceu fora de casa.

Igor Vinícius (São Paulo) – C$ 8,70

Na ausência de Reinaldo, temos Igor Vinicius, o lateral tem 28 roubadas de bola e soma duas assistências. O Avaí tem apenas 18% de aproveitamento como visitante.

ZAGUEIROS

Rodrigo Caio (Flamengo) – C$ 8,70

Tem o menor número de faltas cometidas: média de uma por partida.

O Flamengo não sofreu gols em oito dos 18 jogos que Rodrigo Caio atuou e o Flamengo tem 94,4% de aproveitamento como mandante.

Juninho (Bahia) – C$ 6,87

Com Juninho em campo, Bahia não levou gols em 10 de 16 jogos. Média de apenas 0,62 falta cometida por jogo e o Ceará somou apenas cinco dos 33 pontos que disputou fora.

MEIAS

Pedrinho (Corinthians) – C$ 10,74

Soma quatro gols e duas assistências e sofreu 30 faltas no Brasileirão.

Patrick (Internacional) – C$ 7,22

O meia já soma 37 roubadas de bola em 15 partidas, dois gols e uma assistência e como mandante o colorado está invicto.

Everaldo (Chapecoense) – C$ 15,04

O atacante tem oito gols no Brasileiro e lidera em finalizações defendidas e finalizações para fora e pra fechar fez sete de seus oito gols na Arena Condá.

Alexandre Pato (São Paulo) – C$ 8,40

Tem cinco gols no Brasileiro, o favoritismo do São Paulo e pra ajudar o Avaí tem a segunda pior defesa fora de casa.

A rodada #27 começa neste sábado às 17:00h com a partida entre Fortaleza e Grêmio no Castelão.

Os 12 clubes participantes decidiram mudar a fórmula do Campeonato Paranaense de 2020. Repetindo os anos de 2015 e 2016, as equipes vão se enfrentar em turno único e os oito melhores avançam para as quartas de final. Todos os jogos de mata-mata serão disputados em ida e volta. Portanto, o estadual terá 17 datas, uma a mais do que o determinado no calendário da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). O torneio começa no dia 18 de janeiro e termina no dia 26 de abril.

Os seis melhores da classificação geral do estadual de 2019 (Athletico, Toledo, Coritiba, Londrina, Operário e Paraná) terão seis mandos de campo. Já os outros cinco participantes (FC Cascavel, Rio Branco, Cascavel CR, Cianorte, União e PSTC) jogarão cinco vezes em casa durante a primeira fase.

Sem limite de inscritos
Ao contrário das duas últimas temporadas, os representantes dos 12 clubes decidiram acabar com a limitação de inscritos. Anteriormente, as equipes tinham que inscrever 30 atletas, com a possibilidade de mudar cinco nomes até a primeira rodada do segundo turno.

O fim do limite de inscritos foi um pedido do Athletico que não poderia disputar a competição com todo seu elenco. Nos últimos anos, o Rubro-Negro jogou o estadual com a equipe de aspirantes. Agora, o clube poderá colocar os titulares em algumas partidas para se preparar para a disputa da Libertadores.

Três vagas para a Série D
Outra mudança no regulamento é que os três classificados para a Série D de 2021 serão definidos através do Campeonato Paranaense. Assim, a Federação extinguiu a Taça FPF Sub-23.

Fonte: BANDA B



No dia em que Tiago Nunes completou 100 jogos no comando do Athletico, o herói da noite foi Madson. O lateral-direito foi o responsável pelos dois gols da vitória rubro-negra, em pleno Maracanã, por 2 a 1 sobre o Fluminense.

Com a vitória no Rio de Janeiro, o Athletico ultrapassa o Goiás na tabela de classificação e assume a 9ª colocação, com 37 pontos. A próxima partida do Furacão será contra o vice-líder Palmeiras, no domingo (20), às 19h, na Arena da Baixada.

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O duelo desta quinta-feira (17), contra o Fluminense, às 21h, no Maracanã, pouco vale para o Athletico no Campeonato Brasileiro. O Furacão, campeão da Copa do Brasil e já está garantido na Libertadores do ano que vem, está longe de brigar pelo título e tão pouco ameaçado pelo risco de rebaixamento. Mas o duelo contra o tricolor carioca, além de trazer boas recordações, será especial para o técnico Tiago Nunes, que vai completar 100 jogos no comando do Furacão.

COMO VEM O FURACÃO
No grupo dos desfalques, o zagueiro Thiago Heleno, suspenso, e Nikão, ainda em fase de transição, não poderão ajudar o rubro-negro no Maracanã. Caso Bambu e Pedro Henrique não estejam aptos para o jogo, Tiago Nunes pode improvisar o lateral Madson para a dupla de zaga com Léo Pereira.

A provável escalação do Furacão para amanhã deve ser a seguinte: Santos, Madson, Leo Pereira, Pedro Henrique (Erick) e Márcio Azevedo; Wellington, Bruno Guimarães e Léo Cittadini; Rony, Marcelo Cirino e Thonny Anderson (Marco Ruben)

COMO VEM O TAPETENSE
O técnico Marcão contará com três reforços para a partida de hoje: o lateral Caio Henrique e o volante Allan, que serviram a seleção olímpica, e Ganso, suspenso na última rodada, estão à disposição para entrar em campo. Outra novidade é o zagueiro Frazan, que substitui Digão, machucado.

O Fluminense deve jogar com: Muriel; Gilberto, Nino, Frazan e Caio Henrique; Allan, Daniel e Ganso; Nenê Yoni González e João Pedro.

ONDE ASSISTIR
O jogo terá transmissão pelo GloboEsporte.com

FICHA TÉCNICA
Fluminense X Athletico

Local: Estádio do Maracanã, Rio de Janeiro (RJ).
Data: Quinta-feira, 17 de outubro de 2019.
Horário: 21h.
Árbitro: Rodrigo D’alonso Ferreira (SC).
Assistentes: Neuza Ines Back (SP) e Thiaggo Americano Labbes (SP).
Árbitro de vídeo: Igor Junio Benevenuto de Oliveira (MG).
Assistentes de VAR: Lucas Canetto Bellote (SP) e Francisco Chaves Bezerra Junior (PE).



O Athletico mais uma vez endureceu para cima do Flamengo, mas foi castigado com erros defensivos e com uma tarde inspirada do atacante Bruno Henrique, neste domingo (13), e foi derrotado pelo líder do campeonato, por 2 a 0, na tarde deste domingo (13), na Arena da Baixada, em jogo válido pela 25ª rodada do Brasileirão.

Com duas equipes que buscam intensidade e gostam de propor, quem esperava um bom jogo não se decepcionou. Mesmo contra um adversário organizado e que manteve a posse, o Athletico conseguiu criar, mas esbarrou em uma tarde inspirada do goleiro Diego Alves. O camisa 1 flamenguista foi exigido quatro vezes e trabalhou bem, salvando as ações dos mandantes. A melhor delas, aos 31 minutos, com uma defesa plástica, na gaveta, em cabeceio de Thiago Heleno.

Garantido lá atrás, o Rubro-Negro carioca criou boas chances no ataque. Aos 17, Léo Pereira derrubou Lucas Silva na área, o árbitro Braulio da Silva Machado marcou pênalti e voltou atrás após consultar o vídeo. Mas, na reta final, o gol finalmente saiu. Aos 44, Léo e Wellington se atrapalharam na saída de bola e a marcação alta de Jorge Jesus funcionou, com Bruno Henrique aproveitando para colocar os visitantes na frente.

O Furacão voltou com um ímpeto ofensivo e assustando o adversário. Aos dois minutos, Arão falhou e Thonny Anderson tentou aproveitar o presente, mas Diego Alves fez bela defesa. Pouco depois, o camisa 38 teve mais uma grande chance, mas o chute passou raspando a trave. Aos 12, Léo Pereira também tentou e mandou pela linha de fundo.

Sufocado com a pressão athleticana, o Flamengo demorou para desafogar e conseguir construir em busca do segundo gol. Aos 28, Everton Ribeiro tabelou com Arão e assustou, mas estava impedido. Já aos 31, Léo Pereira falhou e Bruno Henrique finalizou raspando a trave direita.

Mas a tarde era mesmo do camisa 27 do time carioca. Responsável pelo primeiro gol e pela melhor chance até então na etapa final, Bruno Henrique fechou o placar, aos 45, batendo de letra após cruzamento de Vitinho pelo lado esquerdo.



Bora pra mais uma rodada. Não esqueça de escalar o seu time, o mercado fecha às 15:00h (de Brasília) deste sábado (12/10).

LATERAIS

Samuel Xavier (Ceará) – C$ 11.67

Tem média de 4.65 pontos como mandante. O Avaí tem o pior ataque da competição, com 13 gols marcados e roubou 29 bolas em 21 partidas.

Diogo Barbosa (Palmeiras) – C$13,19

Acumula 43 roubadas de bola em apenas 16 jogos. Levou só dois cartões amarelos e nenhum vermelho no Brasileiro. Média de 5.36 pontos por partida

ZAGUEIROS

Víctor Cuesta (Internacional) – C$ 13.63

Zagueiro com a segunda maior média do Cartola: 5.54 pontos por partida, Internacional está invicto em casa: são nove vitórias e três empates e ainda não negativou no fantasy game em 2019

Rafael Vaz (Goiás) – C$ 11.71

Zagueiro com mais gols no Brasileirão 2019: 4. Não sofreu gols em 7 das 17 partidas em que atuou. Média de 5.16 pontos por jogo

MEIAS

Bruno Henrique (Palmeiras) – C$ 10.13

O Palmeiras, mandante, é favorito contra um Botafogo muito desfalcado. Jogando em casa, a média de Bruno Henrique é ótima: de 6.24 pontos. O meia já tem quatro gols no Brasileirão, sendo que todos foram marcados nos domínios de Palmeiras

Raul (Vasco) – C$ 7.94

Um dos grandes ladrões de bola do campeonato: é o quarto meia com mais RBs – já soma 50. Vasco favorito diante do Fortaleza, que só conquistou 25% dos pontos que disputou como visitante. Raul vive bom momento no Cartola: sua média nas últimas cinco partidas em casa é de 5.86 pontos

ATACANTES

Rony (Athletico-PR) – C$ 13,11

Apesar de enfrentar o líder, Flamengo, o Furacão, em casa, é muito forte: venceu sete dos 11 jogos que disputou

Como mandante, Rony tem ótima média: de 6.52 pontos

É um atacante que não precisa necessariamente de gols ou assistências para ir bem, porque costuma pontuar com roubadas de bola, finalizações e faltas sofridas

Yony González (Fluminense) – C$12,61

Apesar de não fazer um bom campeonato, o Fluminense vem de bons resultados: dois empates e duas vitórias nos últimos quatro jogos

Costuma ir melhor quando joga em casa: como mandante, sua média é 6.65 pontos; enquanto é de 4.97, como visitante

O colombiano é o artilheiro do time na temporada – com 16 gols

A rodada #25 começa neste sábado às 17:00h com a partida entre Goiás e CSA no Serra Dourada.

Notícia apurada no jornal Gazeta do Povo

Por três votos a dois, o Coritiba foi condenado pelo Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJ-PR) por desrespeitar um acordo formal e não emprestar o Estádio Couto Pereira ao rival Athletico em julho de 2017. O valor total da indenização deve passar de R$ 1 milhão.

A decisão, contudo, ainda não é definitiva e a defesa do Coxa tentará um recurso especial no Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Relembre o caso
Na época, o Athletico alugou a Arena da Baixada para a realização da Liga Mundial de Vôlei. Porém, a partida contra o Santos, pelas oitavas de final da Copa Libertadores, coincidiria com a data em que o estádio estaria indisponível.

A diretoria atleticana, então, recorreu a um acordo de 2015 que previa a cessão mútua dos estádios em caso de necessidade. Só que o Coxa, também por pressão de seu Conselho Deliberativo, se negou a alugar o Couto.

A alegação foi que o gramado estava sem condição de jogo por causa do plantio da grama de inverno. O departamento jurídico do Athletico tentou uma liminar para fazer valer o contrato, mas o pedido não foi aceito e o jogo aconteceu na Vila Capanema.

Decisão e multa
De acordo com o voto do relator do processo, Luciano Carrasco Falavinha Souza, “o Coritiba Foot Ball Club deliberadamente agiu para prejudicar o Club Athletico Paranaense, impedindo-o de jogar partida da Copa Libertadores da América em seu estádio, por sentimento canhestro”.

A multa é da ordem de R$ 220 mil, já com juros e correção monetária. Ela é composta pelo valor acordado pelo aluguel do Couto Pereira (R$ 70 mil) somada à diferença do que foi pago ao Paraná pela utilização da Vila Capanema (R$ 160 mil).

A maior parte da indenização, no entanto, se refere ao que o Athletico deixou de arrecadar com venda de ingressos no jogo da Libertadores. O número de pagantes (13.770) foi inferior à quantidade de sócios do clube na época (cerca de 25 mil). Ou seja, não houve venda de ingressos avulsos.

Assim, o valor final do dano vai considerar a média de torcedores que foram aos jogos da Libertadores e o público máximo do duelo no Durival Britto.

A conta deve fechar entre R$ 1,2 milhão e R$ 1,7 milhão, como estima o advogado do Athletico, Luiz Fernando Pereira.

“Em tese ainda cabe recurso ao Coritiba. Mas em matéria de fato o STJ não altera o resultado. E como o recurso não tem efeito suspensivo, o Athletico já pode executar a dívida”, afirma Pereira.

FONTE: GAZETA DO POVO



O Athletico Paranaense visitou na noite de ontem, quinta-feira (10), o Corinthians em partida válida pela 24ª rodada do Campeonato Brasileiro de 2019. O empate pelo placar de 2×2, gols de Léo Cittadini e Erick pelo Furacão e de Gil e Mauro Boselli pelo time paulista, rendeu ao rubro-negro paranaense um ponto em um estádio que costuma receber de forma hostil as equipes visitantes.

Independentemente dos erros cometidos nas jogadas de bola parada que renderam os 2 gols do Corinthians, há algo de positivo a se destacar sobre o Furacão no confronto de ontem: a equipe continua competindo e em altíssimo nível.

Muito foi dito e escrito na mídia especializada sobre este final de 2019 do Athletico, que bastaria ao clube garantir os 45 pontos que teoricamente eliminariam o risco de rebaixamento e a partir daí o clube estaria virtualmente de férias até a próxima temporada.

Entretanto, muito se enganam aqueles que pensam dessa forma. O sucesso de 2020 em muitos aspectos depende e muito daquilo que se fará até o final de 2019. Para esclarecer essa afirmação, é importante destacar pelo menos 3 pontos fundamentais.

Primeiramente, o aspecto financeiro. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) paga uma premiação em dinheiro aos clubes pelo seu desempenho no campeonato nacional. Quanto mais alta a posição alcançada pelo clube na tabela de classificação, maior será o valor que chegará aos cofres do Furacão ao final do temporada a título de bonificação por desempenho.

Da mesma forma, uma parcela dos valores referentes aos direitos de transmissão também é dividida de maneira e premiar a performance nos clubes no torneio.

Logo, melhores resultados significarão mais dinheiro em caixa para o clube no próximo mercado de transferências. Consequentemente, mais dinheiro em caixa pode significar melhores jogadores chegando para somar qualidades ao já bastante qualificado elenco rubro-negro. E melhores jogadores aumentam também as chances do clube de conquistar novos títulos em 2020.

Um segundo aspecto é ser considerado é o técnico. Somente enfrentando com seriedade todos os adversários até o fim da temporada é que será possível avaliar com precisão e decidir com uma maior possibilidade de acerto as questões relativas à formação do elenco para 2020.

É preciso decidir quais jogadores pertencentes ao clube ficam para 2020, quais podem ser emprestados para que possam desenvolver seu potencial em outras equipes e quais devem ser dispensados. Será importante também avaliar quais dos jogadores emprestados por outros clubes merecem ter o empréstimo prorrogado ou serem adquiridos em definitivo pelo Athletico.

Há também os jovens jogadores do elenco do Furacão. Nomes como Khellven, Lucas Halter, Abner Vinícius, Erick e Vitinho, por exemplo. A reta final da temporada 2019 é o momento ideal para dar minutos e permitir que os jovens talentos rubro-negros adquiram experiência entre os profissionais em jogos competitivos.

Naturalmente, isso não poderia acontecer ao custo da competitividade da equipe. Entretanto, seria perfeitamente possível dar oportunidades em cada partida a um ou mais desses jogadores conforme o nível de exigência dos adversários.

Por fim, um último aspecto fundamental a ser destacado e que tem sido muito pouco lembrado é o da manutenção da competitividade. Competir no mais alto nível exige tenacidade, concentração e desempenho contínuos. Esse nível de competitividade não pode simplesmente ser desligado e religado a qualquer momento.

Não faltam no futebol nacional exemplos de fracassos e vexames históricos protagonizados por equipes campeãs que relaxaram e deixaram de competir após a conquista de um ou mais títulos.

Basta relembrar as vexatórias eliminações sofridas por Internacional e Atlético Mineiro para Mazembe e para Raja Casablanca, respectivamente, nas edições de 2010 e 2013 do Mundial de Clubes da FIFA ou o rebaixamento do Palmeiras em 2012 após a conquista da Copa do Brasil.

Aqueles que querem estar entre os maiores em qualquer esporte deve competir muito e sempre, não há qualquer espaço para o relaxamento quando o objetivo é o atingir o topo. Essa não é a hora de se deitar sobre as glórias alcançadas, é hora de arregaçar as mangas e trabalhar duro como se nada houvesse sido conquistado e não houvesse nada garantido para 2020.

A torcida ainda espera muito do Athletico, e em 2019. Sabe-se que o título brasileiro é impossível na atual situação, mas a fanática torcida rubro-negra quer o Furacão na posição mais alta possível ao término do competição.